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Atenção nos pequenos

Dia Nacional do Combate ao Bullying: como saber se seu filho está sofrendo com esse problema?

Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
07 abr 2022 às 15:30
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No dia 7 de abril, é lembrado o Dia Nacional do Combate ao Bullying. A data foi instituída no ano de 2016, como uma iniciativa para chamar a atenção para os problemas causados pelo bullying e estimular a reflexão sobre o tema.

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Sancionada no exato dia do massacre em Realengo, ocorrido cinco anos antes (2011), a Lei nº 13.277/2016 estabelece e reforça o apelo por mais empenho em medidas de conscientização e, o mais importante, na prevenção ao bullying.

Todos nós sabemos que passam os anos e, infelizmente, esse assunto, não sai do radar dos pais, familiares, educadores e profissionais da psicologia. De acordo com os dados do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes) de 2018, 29% dos estudantes brasileiros relataram terem sofrido bullying. A média da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) é de 23% e sabemos que um ambiente pouco receptivo afeta diretamente nos estudos e no desempenho dos estudantes na sala de aula.

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Por isso, é necessário ter entendimento para que o tema possa ser discutido claramente e, mais ainda, para que os pais consigam identificar se seus filhos sofrem com o problema.

De acordo com a Sueli Conte - especialista em educação, psicopedagoga, mestre em neurociência e diretora e mantenedora do Colégio Renovação - é necessário que os pais tenham em mente a real definição do que é o bullying, que se apresenta como prática de atos violentos, intencionais e repetidos, contra uma pessoa indefesa, que podem causar danos físicos e psicológicos às vítimas.

Segundo a educadora, para identificar se uma criança sofre com uma das práticas acima, é primordial observar seu comportamento. “Normalmente, a criança que sofre bullying sai da escola infeliz, cabisbaixa e quando os pais perguntam se “está tudo bem”, a resposta é sempre positiva. Mas, no geral, a criança fica mais calada, contida, se torna agressiva ou mais introvertida. Claro, isso depende de cada criança”, alerta a educadora.

Além disso, outros fatores podem estar presentes no comportamento de quem sofre o bullying como, choros por motivos banais ou brigas em casa, sem motivos aparentes, ou até mesmo algum tipo de agressão às pessoas que mais gosta.

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