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Internet segura

Golpes na internet? Saiba como proteger seus dados de fraudes cibernéticas

Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
06 mai 2021 às 17:27
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Com a pandemia, novas necessidades surgiram e uma delas, a de migrar tarefas comuns para o universo digital: serviços como delivery, bancos, streaming e até mesmo empresas e escolas online passaram a fazer mais parte da rotina do brasileiro. A mudança trouxe benefícios, mas outras novas preocupações, já que com a migração, aumenta também a exposição de dados pessoais no território online - segundo pesquisa do Instituto Locomotiva para a Serasa Experian realizada este ano, mais de 60 milhões de pessoas já sofreram com algum tipo de fraude financeira na internet. Mas afinal, como saber quais os erros responsáveis por esses vazamentos? Fernando Jobs, especialista em tecnologia e apresentador do Poupetech, quadro do maior canal de finanças do mundo, o Me Poupe!, separou algumas dicas que, apesar de simples, podem garantir mais segurança. Com base nas sugestões faça um check-up geral e siga as orientações para evitar fraudes cibernéticas.

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Entenda mais sobre a LGPD: em agosto de 2020, uma nova lei de proteção de dados entrou em vigor, trata-se da LGPD, Lei da Privacidade de Dados. Ela funciona em defesa do consumidor, que agora pode solicitar que dados sejam deletados por qualquer empresa ou entidade, além de revogar um consentimento que permite o compartilhamento dessas informações com outras instituições. A lei prevê ainda uma multa de até R$50 milhões, caso as questões previstas sejam infringidas.

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Use a verificação em duas etapas: todas as plataformas mais conhecidas, como Google, bancos e redes sociais possuem essa opção - mas ela ainda não é muito utilizada. O mecanismo foi criado para garantir um acesso mais seguro a contas pessoais na internet. Com ele, é possível que o usuário sempre verifique sua identidade nos processos de autenticação. Para ativar, basta ir até as configurações e, de acordo com a orientação da plataforma, cadastrar um número de celular. Depois de inserir a senha, em novo login, o usuário receberá um código de validação para garantir que a entrada está sendo feita por ele mesmo.


Sempre faça uma análise de suas permissões: sabe quando um site apresenta o caminho mais fácil, indicando o cadastro via rede social? Não contaram, mas talvez este não seja o mais seguro. Ao aceitar, o usuário autoriza que essa página da web tenha acesso a todos os dados já cadastrados na plataforma digital. Por isso, antes de aceitar essa opção, é importante entender quais são as informações já cadastradas em um perfil de Facebook ou Instagram e caso deseje, alterar e excluir informações antigas para se sentir mais seguro.


Verifique quem tem acesso ao perfil pessoal de uma rede social: é necessário tomar cuidado para não compartilhar perfis e informações com quem já não faz mais parte de um círculo social, ou até mesmo de um mesmo grupo de trabalho: no Youtube, por exemplo, é possível adicionar e-mails, que passam a ter acesso livre a todos os dados de um canal. Por isso, lembre-se de sempre verificar quem está entre os autorizados para que, caso se perca o contato ou tenha desconfiança de que uma daquelas contas pode ter sido hackeada, exclua a permissão de entrada do endereço.

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Nunca forneça códigos enviados para o seu Whatsapp ou via SMS: golpes dessa natureza são, talvez, os mais vistos na internet - páginas e perfis fakes, podem fazer com que o usuário abra as portas de seu telefone e, consequentemente dados, para pessoas mal intencionadas. É importante reforçar o cuidado e nunca enviar códigos de confirmação que chegam via SMS ou Whatsapp para ninguém. Opte sempre por resolver problemas via telefone.


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