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Fazer Enem como 'treineiro' é um bom preparo para quando chegar a hora do exame para valer

Edson Neves/Especial para a FOLHA
23 ago 2021 às 09:43
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Após terem a sua participação ameaçada para o Enem ( Exame Nacional do Ensino Médio) de 2021, com a justificativa de corte de custos, o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) manteve as inscrições dos candidatos na condição de "treineiros". Com apenas uma observação: o grupo terá acesso somente à prova impressa. Esta informação já constava no edital da prova. Outro diferencial é que as notas dos alunos que não terminaram o ensino médio são divulgadas 60 dias depois da liberação do acesso aos demais candidatos.

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Uma via de mão dupla: enquanto o número de inscritos vêm caindo nos últimos anos, o índice de "treineiros" registrou aumento. No Enem 2020, foram 5.893.369 candidatos inscritos, com 592.994, o que representou quase 10% do total. Para 2021, a porcentagem ficou em 14,6%. No total, dos 3.080.471 inscritos, 445.270 farão a prova sem o objetivo de utilizar a nota para ingresso no ensino superior. Para se ter uma ideia da diminuição constante, em 2016 o Inep registrou 8,6 milhões de inscritos, e pouco mais de um milhão deles eram "treineiros".

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Qualquer estudante do ensino médio pode participar do Enem como "treineiro", desde que finalize o ano letivo após 2021; ou então quem não está cursando ou não concluiu o ensino médio, mas que tenha menos de 18 anos. Já quem possui mais de 18 anos, deve fazer primeiro o Encceja (Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos) para concluir o ensino médio e só então se inscrever na próxima edição do Enem.


Por mais que fazer a prova nesta situação não esteja valendo um ingresso nas universidades, o professor do Colégio Marista de Londrina, Nilson Douglas Castilho, afirmou que o aluno deve aproveitar a experiência e levá-la o mais a sério possível. "O mais importante é o pós-Enem, em que o candidato poderá ver sua nota e perceber em qual área do conhecimento ele precisará estudar mais. "Não é somente para treinar e saber como vai funcionar no dia que estiver valendo, e sim para os estudos como um todo", destacou Castilho, que é coordenador do ensino médio do Marista.

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