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Mobilidade internacional

UEM muda resolução e facilita estágio dos alunos em qualquer continente

Redação Bonde com AEN
14 jul 2021 às 15:41
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A UEM (Universidade Estadual de Maringá) está com sistema mais simples para a realização de estágio no Exterior, tanto o curricular supervisionado (obrigatório) quanto o não obrigatório (opcional), respeitadas as condições sanitárias do momento de pandemia.

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De acordo com uma nova resolução (acesse aqui) do CEP (Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão), estudantes de graduação e especializações interessados devem preencher um requerimento protocolizado à ETG (Divisão de Estágios) da PEN (Pró-Reitoria de Ensino).

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A assessora da DEG (Diretoria de Ensino de Graduação), Vânia de Fátima Matias de Souza, explica que, embora o processo esteja facilitado, continuam vigentes questões burocráticas necessárias, como apresentação de documentos pessoais, plano de estágio, termo de compromisso firmado entre a UEM e a unidade do estágio, professor orientador, supervisor in loco, anuência do coordenador de estágio do curso, parecer do ECI (Escritório de Cooperação Internacional), além de seguros de vida e de saúde.


O estágio no Exterior sempre é assessorado pelo ECI da UEM, o qual prestará apoio ao aluno com relação às oportunidades de internacionalização e intermediará acordos internacionais. Os estagiários deverão arcar com custos de passagens, transporte local, moradia, alimentação e seguros, podendo solicitar à instituição promotora do estágio alguma eventual ajuda de custo.

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A nova resolução do CEP também prevê que universitários estrangeiros venham ao Brasil para fazer estágio na UEM.


Vivências – Luana Manchenho, que cola grau nesta quinta-feira (15) em Engenharia Civil pela UEM, sabe bem da importância de um estágio fora. Fez mobilidade internacional de um ano na França, entre julho de 2019 e julho de 2020, com meio ano para aula e meio ano para estágio. Estudou na Universidade de Tecnologia de Compiègne, a pouco mais de uma hora de Paris. O estágio foi na capital, em canteiro de obra.


"Foi uma experiência muito boa por ter tido contato com outra cultura, aprimorado meu francês, ter conhecido muitas pessoas e ter ampliado meu campo de visão das oportunidades para além do Brasil. São tantas coisas boas que passei, e também dificuldades que tive que superar e solucionar sozinha, que digo que existe uma Luana antes e outra depois do intercâmbio”, disse.


Matheus Marquezini colará grau em Agronomia pela UEM na semana que vem. Como a cerimônia será pela internet, conseguirá participar, porque está na Bolívia. Em janeiro, ele e quatro colegas de UEM foram lá para estagiar. Mesmo com o estágio tendo terminado em junho, ele resolveu continuar na Bolívia para buscar oportunidades profissionais.


"Cresci muito profissionalmente, mas pessoalmente foi o principal. No início, a adaptação foi difícil, mas foi uma experiência completa, que enriquece meu currículo e minha vida”, afirmou Marquezini, com destaque à vivência cultural e do idioma espanhol.


O formando em Agronomia Thiago Bento resolveu continuar desbravando a América: da Bolívia foi aos Estados Unidos, onde está há pouco mais de um mês morando em Grand Island, no Nebraska. Ele é trainee nas Fazendas Layher, na cidade vizinha de Wood River.


"As culturas bolivianas e norte-americanas são muito diferentes, mas tanto lá quanto aqui está sendo engrandecedor para mim como pessoa e profissional”, destacou. Bento participa do Mast International da Universidade de Minnesota, programa com duração de até um ano e meio. "Cuido da manutenção e programação da irrigação, avaliação das culturas de milho, soja e milho-semente para a Bayer. Além disso, ajudo na manutenção de maquinário e tudo o que a fazenda necessita”, acrescentou.

Transformação – Renato Leão, assessor do ECI, destaca que toda experiência de mobilidade internacional é transformadora. "Alunos de graduação e de pós-graduação da UEM no Exterior e alunos estrangeiros na UEM têm experimentado isso, seja de modo presencial ou remoto. O estágio realizado no Exterior acrescenta à vivência em outro país e em outra cultura a experiência profissional em uma instituição ou empresa atuante na arena global. Certamente, será um diferencial na carreira deste profissional”, arrematou.


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