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Allione não se assusta com protesto e garante que grupo não rachou

LANCEPRESS!
12 ago 2014 às 16:04

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O protesto da torcida em frente ao condomínio onde mora o presidente Paulo Nobre, em Cotia, não assustou o meia-atacante Allione. O argentino de 19 anos diz que já viu situações parecidas em seu país, a Argentina, e salientou que os jogadores é que deveriam ser cobrados.

- Na Argentina acontece em muitos clubes que a torcida vá à casa, inclusive de jogadores. Na minha casa não aconteceu, mas já vi com jogadores de outras equipes. Creio que os maiores culpados são os jogadores, mas a torcida tem que estar tranquila, porque estamos dando tudo no campo para levar o clube adiante - disse o jovem.

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Ele foi questionado sobre uma suposta divisão do elenco entre os jogadores brasileiros e os argentinos - com o atacante Cristaldo, anunciado nesta terça-feira, já são quatro hermanos que chegaram a pedido de Ricardo Gareca.


- Não, não, nada. Escutei que disseram que houve discussão no vestiário depois da partida (contra o Atlético-MG, derrota por 2 a 1), mas é mentira. Ao contrário, os brasileiros me receberam da melhor maneira. Creio que ninguém aqui vê o grupo dividido entre brasileiros e argentinos. Sempre fazemos brincadeiras juntos. Às vezes, falamos mais com os argentinos porque os brasileiros não nos entendem muito, mas é só questão de idioma, por isso não estamos sempre juntos - explicou.

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O Palmeiras não vence há oito jogos no Brasileirão, com seis derrotas e dois empates. Está em 14º lugar, a um ponto da zona da degola, e no domingo faz o clássico contra o São Paulo, no Pacaembu. - Sei o que falei com meus companheiros, é uma equipe muito rápido. Estão Kaká, Ganso, Pato, são todos jogadores importantes. Creio que temos de ficar com a bola no ataque, perto do arco - disse Allione.


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