O atacante Jô foi apresentado nesta quinta-feira (25) oficialmente como novo reforço do Corinthians. O campeão brasileiro de 2005 e 2017 pelo clube assinou contrato por três anos e meio. O atleta de 33 anos expôs seu "lado torcedor na coletiva online e amenizou qualquer problema financeiro do clube de Parque São Jorge.
"Eu já deixei claro que a parte financeira não ia interferir, pra mim, em nada. Tenho um carinho e uma gratidão pelo clube. Hoje em dia, não é só o Corinthians, é o mundo inteiro (que vive problemas financeiros). A gente precisa entender o momento, mas saber que é o Corinthians, um clube que sempre arcou com suas responsabilidades. Para mim, isso não foi um empecilho", afirmou Jô.
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Jô deixou claro que nem estudou outras propostas antes de fechar com o Alvinegro. O atacante enfatizou diversas vezes em coletiva o seu "coração corintiano" e de toda sua família. "Eu sou corintiano, sempre acompanhei mesmo fora do clube. Desde que saí, até a pandemia, vi os jogos. Ainda vai haver muitas comparações. O Corinthians tinha um modelo de jogo há anos, e hoje o trabalho do Tiago é novo, ele está implementando, requer paciência. Mas é um estilo mais jogado, de pressão alta. Temos que nos adaptar. É um bom trabalho, mas requer um tempo."
Jô não receberá o teto salarial no Corinthians. Ele praticamente terá o mesmo salário que o clube pagava a Vagner Love, que rescindiu contrato com o Alvinegro recentemente. O reforço ganhará menos de R$ 600 mil mensais, somando salário e luvas (premiação pela assinatura contratual) diluídas no contrato -valor inferior ao teto salarial do clube. Atualmente, apenas três jogadores que recebem mais do que R$ 600 mil no Alvinegro: Cássio, Fagner e Gil. O meia Luan, por exemplo, tem ordenado equivalente ao de Jô. Love, por sua vez, recebia R$ 520 mil mensais.