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Sabella tem preocupação com assédio a Messi na Copa

Agência Estado
24 jan 2014 às 18:02

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Em visita nesta sexta-feira a Belo Horizonte, onde a seleção argentina ficará concentrada na disputa da Copa, o técnico Alejandro Sabella admitiu preocupação com o assédio que o superastro Lionel Messi deverá sofrer durante a competição. Mas também garantiu que não vai isolar o craque argentino, eleito o melhor do mundo por quatro anos seguidos, e os demais jogadores do seu grupo.

"Sabemos que Messi, o melhor do mundo, será muito procurado, talvez mais que os demais. Vamos, sim, permitir que ele fale com todos, mas ele terá que trabalhar muito também, descansar, estar com seus companheiros de time. Enfim, seu maior trabalho aqui será o de jogar", comentou Sabella, durante a visita ao CT do Atlético-MG, conhecido como Cidade do Galo, onde a Argentina ficará.

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"Sempre nos diziam que a Cidade do Galo era um dos melhores CTs do Brasil. Então, não tivemos dúvida e escolhemos aqui", afirmou o treinador argentino, dizendo ter ficado satisfeito com o que encontrou na vistoria que fez nesta sexta-feira no local. "Focamos mais em quartos, restaurante e outras instalações para saber que tipo de adaptação teremos que fazer, mas serão mínimas."


Por ter sido sorteada para ficar no Grupo F da Copa, a Argentina jogará no Rio (contra Bósnia), em Belo Horizonte (contra Irã) e Porto Alegre (contra Nigéria). Sabella contou nesta sexta-feira que gostou do caminho reservado para a sua equipe na primeira fase da competição, porque vai jogar em cidades relativamente próximas, evitando grandes deslocamentos pelo Brasil.

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"Os deslocamentos eram nossa maior preocupação. Brasil é quase um continente, muito extenso de Norte a Sul, o que significa que as viagens podem ser muito cansativas, não somente em função das distâncias, mas também pelas mudanças de temperatura. Ter ficado no Grupo F foi muito bom porque tanto o Rio quanto Porto Alegre são cidades mais próximas. Nosso medo era cair no Grupo H", disse o técnico.


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