O meia Valdivia, que precisou deixar o clássico que o Palmeiras travou com o São Paulo já aos 18 minutos do primeiro tempo, no último domingo, no Pacaembu, sofreu uma pequena fratura no nariz, mas o problema não é a maior preocupação do jogador. O chileno reclamou de tonturas e de falta de ar durante a partida, mas não precisará passar por uma cirurgia, pois a fratura, detectada apenas agora, ocorreu em um treino já na última quarta-feira e não impediu o atleta de treinar no restante da semana.
O fato que gera mais preocupação a Valdivia é o exame ao qual ele será submetido na tarde desta segunda-feira. Pouco antes de deixar o gramado do Pacaembu, ele levou a mão à coxa direita após uma dividida com Kaká. Inicialmente, o próprio médico do Palmeiras, Otávio Vilhena, disse que o jogador reclamou de dores musculares, mas minimizou a importância desta queixa, falando mais sobre a tontura e as dores no nariz. Entretanto, o exame desta segunda-feira é que dirá se ele, de fato, sofreu ou não uma lesão muscular de maior relevância.
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Antes de passar por este exame, Valdivia visitou nesta manhã um otorrinolaringologista, que confirmou a pequena fratura no nariz, apontada em exame realizado no Hospital Albert Einstein na noite do último domingo. Entretanto, ele teria até uma pequena chance de jogar contra o Sport, nesta quarta-feira, às 19h30, na Arena Pernambuco, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro. O uso de uma máscara de proteção seria uma alternativa para que o chileno pudesse estar em campo.
Valdivia sofreu a pequena fratura depois que o volante Wesley bateu com o braço no nariz do meia de forma acidental em treino na última quarta-feira. No último domingo, contando por pouco tempo com o meia em campo, o Palmeiras acabou perdendo do São Paulo por 2 a 1 e entrou na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro - é o 17º colocado, com 14 pontos.