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Vacinação

Brasil chega a 100 milhões de pessoas com esquema vacinal completo contra Covid

14 out 2021 às 09:26
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O Brasil chegou, nesta quarta-feira (13), a 100.499.968 pessoas com esquema vacinal contra a Covid completo, ou seja, aqueles que receberam as duas doses da vacina ou a dose única da Janssen.

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O valor representa 62% da população adulta ou 47,11% da população total do Brasil.

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Em breve, as primeiras doses aplicadas devem bater a marca de 150 milhões. Nesta quarta, o país chegou a 149.950.990 pessoas parcialmente imunizadas.


No momento, 95,13% da população com mais de 18 anos já recebeu ao menos uma dose (nesse caso, a 1ª dose de alguma vacina ou o imunizante de dose única) ou 70,29% com imunização parcial (somente a 1ª dose).

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Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de 

Saúde estaduais.


Os dados da vacinação contra a Covid-19, também coletados pelo consórcio, foram atualizados em 22 estados e no Distrito Federal.


Nesta quarta, o Brasil também registrou 201 mortes por Covid e 8.494 casos. Com isso, o país chegou a 601.643 vidas perdidas e 21.596.739 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.


Aos domingos, segundas e feriados, os dados da pandemia costumam ser menores no país. Com isso, o feriado recente e o consequente atraso de notificação podem ainda estar causando algum impacto nos números da doença.


As médias móveis de mortes e casos são, no momento, de 318 óbitos por dia e de 11.318 infecções diárias. Novamente, vale ressaltar que tais dados acabam influenciados pelos números inferiores que ocorrem durante feriados.


A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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