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Pandemia

Brasil registra 27 mortos por Covid-19 em 24 horas

27 dez 2021 às 08:47
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O Brasil registrou 27 mortes por Covid-19 e 4.984 casos da doença, neste domingo (26). Com isso, o país chegou a 618.484 vidas perdidas e a 22.236.892 de testes positivos pelo vírus Sars-CoV-2 desde o começo da pandemia.

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As médias móveis de mortes e casos seguem em queda. A média de óbitos, de 92 por dia, completou o décimo-primeiro dia abaixo de 150.

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A média de infecções é de 3.681 por dia


A média de mortes registrada neste domingo é a menor do ano, porém, em meio ao feriado, muitos estados não atualizaram o número de contaminados pela Covid-19 e nem o de mortes.


Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus.

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As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.


Os dados da vacinação contra a Covid-19 estão entre os afetados, em diversos estados, pelo ataque à página do ministério.


Ao todo, 160.952.162 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil. Já são 137.938.036 pessoas com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.


Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 142.548.160 pessoas com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.


Assim, o país já tem 75,45% da população com a 1ª dose e 66,82% dos brasileiros com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen. Considerando somente a população adulta, os valores são, respectivamente, de 99,30% e 87,94%.


Mesmo quem recebeu as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.


A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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