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Atinge 1 em cada 3

Larvas auxiliam no combate à desnutrição na África

Redação Bonde
09 mar 2016 às 16:38
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Você teria coragem de comer larva frita? Ou quem sabe assada com ervas e acompanhamentos? Para muitos, a ideia de comê-las pode ser repugnante, porém, para moradores de partes da África Central, essa dieta é uma realidade diária que os mantêm vivos.

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Ricas em proteínas e minerais, as larvas viscosas do escaravelho-vermelho têm sido uma das armas de países como Camarões na luta contra a desnutrição, que atinge uma em cada três crianças por lá.


Tanta procura, no entanto, tem elevado os preços do inseto, tornando-os a carne mais cara no mercado. Seu preço é estimado em US$ 4 o copo – unidade de medida usada nas feiras livres do país.


Outro problema é que as Palmeiras de Ráfia, onde essas larvas vivem, estão desaparecendo das florestas, dificultando ainda mais a exploração dos insetos.
Por isso, os cientistas em Camarões vêm procurando soluções para essas questões socioambientais.


Um projeto-piloto, aplicado em três aldeias do país, consiste em colocar pedaços de madeira de Ráfia em caixas de plástico e deixar as larvas se reproduzir.
Por enquanto, a proposta parece funcionar: segundo os estudos, nascem entre oito e dez vezes mais insetos nas caixas do que na natureza, sem nenhum impacto ambiental.

(com informações do site BBC)


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