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Londrina: Taxa de ausentes para vacinação contra coronavírus chega a 25%

- Vivian Honorato/Arquivo N.Com
Micaela Orikasa - Grupo Folha
11 jul 2022 às 08:41
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A secretaria de Saúde de Londrina tem ampliado o número de vagas e ofertado os imunizantes contra a Covid-19 em todas as UBS (Unidades Básicas de Saúde), buscando aumentar a cobertura vacinal no público-alvo, especialmente nas doses de reforço (terceira e quarta doses).  

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De acordo com Felippe Machado, responsável pela pasta, “apesar de todos os nossos esforços, temos observado uma taxa de ausentes muito alta, em torno de 25%. E isso representa uma série de transtornos, inclusive prejudicando quem deseja e pode vir, mas que não consegue agendar. Em caso de mudança de planos, o sistema permite a remarcação para outra data, então pedimos a todos que fiquem atentos, não percam seu agendamento e garantam sua proteção contra a Covid-19”. 


Considerando o Ranking da Vacinação atualizado diariamente pelo Governo Estadual, o município tem até a sexta-feira (8), o total de 8.798 vacinas de quarta dose (segunda dose de reforço) aplicadas, o que representa apenas 1,74%, do público-alvo (a partir dos 40 anos). Quanto à terceira dose (primeira dose de reforço), o levantamento aponta 297.700 vacinas aplicadas (58,75%) na população acima dos 12 anos.  


Já os números de todo o Estado, considerando todos os 399 municípios, mostram que de terceira dose, o Paraná vacinou 5.538.391 (53%) pessoas e 403.385 (3,86%), receberam a quarta dose. No início do mês passado, a queda do número de vacinas aplicadas diariamente já estava em queda em Londrina. A vacinação que já chegou a atingir o patamar de 15 mil doses por dia, caiu para 900, conforme noticiado pela FOLHA. 


No período, o secretário municipal de Saúde atribuiu a baixa na procura às informações falsas que vêm sendo divulgadas contra a vacinação em geral desde 2014. “Nós observamos que a baixa cobertura vacinal trouxe de volta doenças como sarampo, que há anos não ouvíamos falar. Uma geração toda não sabe o que é o sarampo e voltamos a ter casos, porque a nossa cobertura vacinal baixou. Isto é muito perigoso”, destacou. 

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