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Cárie é uma doença transmissível e sua principal forma de contágio é pelo beijo. - Reprodução
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Relação

Beijar pode transmitir cárie ao parceiro?

Sexo&Comportamento-Folha de Londrina
31 dez 1969 às 21:33
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Cárie é uma doença transmissível e sua principal forma de contágio é pelo beijo. Transmissível? Como? Simples! Ao beijar outra pessoa, ocorre troca de saliva. A boca é um dos lugares em que temos a maior quantidade de microorganismos no corpo e ao fazermos essa troca de saliva também são trocadas nossas bactérias, as consideradas inofensivas, as cariogênicas (causadoras da doença cárie), causadoras de doenças bacterianas como a cândida albicans (sapinho) e alguns vírus como os causadores da mononucleose, herpes e hepatite.

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O beijo tem um papel muito importante dentro da sexualidade humana. É através dele que todo o afeto começa, transcorre e termina. Muitos povos têm o costume de usar o beijo na boca como uma forma de saudação entre os amigos e parentes, mas pouco se sabe, entre a população em geral, das consequências que o beijo pode trazer.

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O simples ato de beijar um recém-nascido na boca faz com que essa criança adquira várias bactérias que antes não existiam em sua boca, pois todo bebê nasce com a boca estéril, ou seja, isenta de bactérias. Esses mesmos microorganismos adquiridos através da mãe e de pessoas que estão em contato com a criança são os responsáveis pela formação de quase toda a flora bacteriana bucal do indivíduo quando adulto.


Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a cárie não é um ''bichinho que come o dente'' e sim colônias de bactérias específicas que, através da degradação de alimentos, depositam seus ''restos'' ácidos sobre a superfície do dente, causando desmineralização (perda de mineral) e, futuramente, perda de estrutura dental.


Depois de ler esse artigo, muitas pessoas podem pensar em nem beijar mais. Mas não deve ser assim. Escolha bem seu parceiro(a), fique atento(a) aos sinais como mau hálito, machucados na boca, bolhas, manchas estranhas na pele e lábios e, quase com certeza, tudo acabará bem. E não se esqueça: visite seu dentista regularmente e tenha sempre boa saúde bucal.

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Tiago V. Fernandes, cirurgião dentista


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