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Zonas erógenas

Estímulos são fundamentais na relação sexual

Sexo&Comportamento - Folha de Londrina
31 dez 1969 às 21:33

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Reprodução
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Fundamentais para o prazer mútuo, as zonas erógenas são imprescindíveis para a mulher. Qualquer parte do corpo em que se tem sensibilidade constitui uma zona erógena em potencial.

Algumas, classificadas como primárias, são comuns a todos os seres humanos e incluem, claro, as regiões genitais. No homem, estas zonas são a glande, a bolsa escrotal, a face interna das coxas, o ânus, o períneo e as nádegas.

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Entre as femininas estão os grandes e pequenos lábios vulvares, a região posterior da vagina, a haste do clitóris e a área próxima aos pêlos, conhecida como monte de Vênus. Os seios, quando estimulados, desencadeiam uma reação que atinge todo o aparelho genital. O útero se contrai, o clitóris enche de sangue e enrijece, os mamilos entumecem.


Outro ponto altamente erótico tanto para o homem como para a mulher é a nuca, também classificada como zona erótica primária, já que esta sensibilidade tem origem primitiva. Entre os mamíferos, o macho subjuga a fêmea mordendo a parte de trás do seu pescoço. Como a sensação é agradável, ela se deixa possuir. Com os seres humanos as sensações são similares.


Já as zonas eróticas secundárias variam de povo para povo, cultura para cultura e até de pessoa para pessoa. O beijo, por exemplo, é um costume tipicamente ocidental.


Há quem fique excitado com uma mordida na orelha, uma confidência no ouvido e até um cafuné. O estímulo das zonas erógenas não pressupõe uma ação forte, rápida e repetida. Isto não excita ninguém. A carícia é muito mais gostosa quando feita de forma suave e lentamente, sem pressão.

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Marilene Cristina Vargas, médica do Núcleo de Sexologia de Curitiba e membro do Comitê Científico da Sociedade Internacional de Orgasmologia New Delhi


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