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Proposta desagrada trabalhadores no comércio

12 jul 2013 às 16:50
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O Sindicato dos Empregados no Comércio de Londrina (Sindecolon) não gostou da proposta feita pelo sindicato patronal.

Confira a nota do Sindicato sobre as negociações.

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No dia 30 de abril terminou a validade da Convenção Coletiva de Trabalho 2012/2013 para os trabalhadores do comércio de Londrina. O acordo do ano passado só saiu em dezembro e, pelo visto, a negociação deste ano também tende a ser problemática. Antes de vencer a convenção, o Sindicato dos Empregados no Comércio de Londrina protocolou ofício com as reivindicações da categoria, mas o sindicato patronal só apresentou contraproposta quase três meses depois, no dia 01º de julho.

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Na reunião entre os dois sindicatos, um dia depois, uma decepção. Representantes do Sincoval apresentaram uma proposta que desrespeita a todos os trabalhadores. Eles ofereceram REDUÇÃO DE SALÁRIOS para diversas funções do comércio. Exemplo: pacoteiro, faxineira, office boy, copeiro e vigia ganhariam R$ 582,00 nos primeiros 90 dias de contrato. Isto é menos do que o salário mínimo nacional (R$ 678,00) e o salário da convenção anterior (R$ 640,00). A defasagem continua após os 90 dias. Pela proposta do patronal, o salário subiria para R$ 663,00, enquanto na convenção anterior era de R$ 728,00 para pacoteiro e R$ 823,00 para as demais funções.


É claro que o Sindicato dos Empregados no Comércio rejeitou isto que não dá nem pra chamar de proposta. Ficou clara a intenção de prolongar a negociação, como foi no ano passado. Os comerciários já demonstraram boa vontade firmando um acordo à parte, mesmo após o fim da convenção, de trabalhar em horário especial para as vendas do Dia das Mães.

O Sindicato dos Empregados no Comércio esclarece que está fazendo de tudo para que a negociação não se arraste, como no ano passado e nos anos anteriores. Lamentamos que o reajuste salarial a que todos os trabalhadores têm direito fique condicionado à discussão de questões paralelas, como trabalho aos sábados, domingos ou horário livre. Enquanto o outro lado continuar apresentando propostas sem cabimento como a deste ano, mandando para a reunião de negociação pessoas que não têm carta branca nem para formular uma contraproposta, a renovação da convenção vai se estender, infelizmente. Com isto perde o empregado, perde o empresário e perde a cidade.


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