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Execução

Assassino de cartunista paranaense confessa crime

Agência Estado
15 mar 2010 às 19:37
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A transferência para São Paulo do estudante Carlos Eduardo Sundfeld Nunes, de 24 anos, suspeito de matar o cartunista Glauco Vilas Boas e seu filho Raoni na última sexta-feira, 12, depende de uma autorização judicial, segundo informações da Polícia Federal de Foz do Iguaçu, no Paraná, onde o jovem está detido.

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De acordo com a PF, o rapaz foi detido por volta das 23 horas de ontem, quando tentava ir para o Paraguai, após passar três dias planejando a fuga e roubar um veículo no começo da manhã de ontem.

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Após ser abordado por policiais rodoviários federais, Carlos Eduardo iniciou um tiroteio, deixando ferido um policial federal no braço. De acordo com a PF, o policial passa bem e será operado no fim da manhã desta segunda.


O suspeito está detido sozinho em uma sala da sede da Polícia Federal em Foz do Iguaçu. De acordo com a PF, por volta das 11h15, o suspeito foi levado para o Instituto Médico legal (IML) da cidade para a realização de exame de corpo de delito.


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Em entrevista concedida ontem ao Fantástico, da Rede Globo, a viúva do cartunista, Beatriz Galvão, afirmou que presenciou o crime, e disse não ter ideia do que pode ter motivado os assassinatos. Segundo ela, Glauco não tinha inimigos e era bem relacionado com todos.

A viúva contou ainda que o suspeito estava muito agressivo, bastante transtornado. Beatriz disse que chegou a implorar para que ele não matasse o marido. "Ele queria que o Glauco afirmasse que ele [Carlos Eduardo] era o poderoso. Aí eu mesma afirmei que ele era Jesus. Eu falei: ‘não, pra mim você é Jesus’. O Glauco em nenhum momento afirmou."


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