Pesquisar

Canais

Serviços

Publicidade
Formulário eletrônico

Ministério da Justiça cria canal para denunciar telemarketing abusivo

Redação Bonde com Agência Brasil
21 jul 2022 às 14:18
- Tânia Rêgo/ Agência Brasil
siga o Bonde no Google News!
Publicidade
Publicidade

Os brasileiros ganharam mais um canal direto para denunciar empresas de telemarketing que insistem na prática abusiva no contato com o consumidor. Com a determinação do MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública) de combater o problema, foi disponibilizado um canal na internet, onde a pessoa pode fazer a denúncia.


“No formulário eletrônico, os consumidores devem inserir, entre outras informações, a data e o número de origem da chamada com DDD (discagem direta a distância - quando houver), o nome do telemarketing ou qual empresa representa e se foi dada permissão para a oferta de produtos e serviços”, informou o  Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Cadastre-se em nossa newsletter

Publicidade
Publicidade


Processo

Leia mais:

Imagem de destaque
Morto em voo

Anac e Ministério de Portos e Aeroportos investigarão morte do cão Joca

Imagem de destaque
Cão Joca

Gol suspende transporte de animais por 30 dias após morte de cachorro; veja o que fazer

Imagem de destaque
Falha da companhia

Cão é levado para estado errado e morre após falha em transporte da Gol

Imagem de destaque
Povos originários

Milhares de indígenas marcham em Brasília pela demarcação de seus territórios


Acrescentou que as denúncias serão apuradas pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e encaminhadas aos Procons (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) de todo o país para que sejam analisadas e aberto eventual processo administrativo pelo descumprimento da medida.


No início desta semana, as atividades de telemarketing abusivo de 180 empresas brasileiras foram suspensas por decisão da Senacon e dos Procons. “A medida tem o objetivo de pôr fim às ligações que oferecem produtos ou serviços sem autorização dos consumidores”, explicou o ministério.


A decisão de suspender foi tomada com base na quantidade de reclamações registradas no Sindec (Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor) e no portal consumidor.gov.br nos últimos três anos.

Publicidade

Últimas notícias

Publicidade