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Após alterações no Código de Posturas

Comerciantes e entidades protestam contra restrição a bares da rua Paranaguá em Londrina

Simoni Saris e Luís Fernando Wiltemburg - Grupo Folha de Londrina
23 nov 2023 às 19:51
- Gustavo Carneiro/Arquivo Folha
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As alterações no Código de Posturas do Município que restringem bares na Rua Paranaguá, região central, causaram protestos entre comerciantes e entidades de classe do setor. Representantes ouvidos pela FOLHA alegam que o artigo 245 do Projeto de Lei nº 235/23 fere a liberdade econômica e pode acarretar em retrocessos para a região, inclusive provocando a insegurança.


João Varela, presidente da Arpu (Associação Rua Paranaguá Unida), que tem 19 filiados dos cerca de 30 estabelecimentos da via, disse que os proprietários e trabalhadores dos estabelecimentos do gênero da Rua Paranaguá foram pegos de surpresa com a proposta no PL do Código de Posturas. “Nós frequentamos as audiências públicas e, em nenhum momento, foi proposta esta proibição. Isso não constava na minuta duas semanas atrás”, afirma.

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Uma nota de repúdio foi publicada pela associação nas redes sociais contra esta redação no projeto de lei. Segundo Varela, os empresários souberam do artigo no PL na sexta-feira (17) à noite e procuraram o Legislativo na segunda-feira (20), quando confirmaram sua existência. Agora, tentam com os vereadores uma alternativa à proibição. “Não podem, por uma minoria que se mobilizou, todos pagarem o preço”, diz.

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DESVALORIZAÇÃO


Para o presidente da associação, um eventual fechamento dos bares e restaurantes da via vai trazer desvalorização à região. “Pode voltar a ser como era no passado, com imóveis fechados e que viram ‘mocó’. Tenho certeza que, se proibirem estes estabelecimentos, em dois anos as pautas na Rua Paranaguá serão sobre falta de segurança”, diz.

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Ele ainda ressalta que a ideia de haver bares e restaurantes próximos a áreas residenciais é justamente permitir que os moradores possam consumir e se divertir sem ter de se deslocar por grandes trajetos. “É para que a pessoa desça de chinelos”, exemplifica.


Segundo Varela, são cerca de 30 negócios que empregam cerca de 600 pessoas. A associação foi criada para reduzir os problemas que provocam reclamações dos moradores do entorno, como o barulho de carros com som alto ou escapamentos de motocicleta e pessoas que urinam em locais públicos e que jogam lixo no chão.


Para Varela, estes frequentadores não consomem nos estabelecimentos, mas levam as bebidas de casa em busca do movimento. A Arpu já fez campanha de conscientização contra quem faz suas necessidades em locais públicos e deve começar uma segunda fase voltada para quem dispensa lixo nas vias. Ele também diz que estão constantemente em contato com a Guarda Municipal e a Polícia Militar para coibir comportamentos inadequados na rua.


LEIA A REPORTAGEM COMPLETA NA FOLHA DE LONDRINA:

Entidades e comerciantes protestam contra restrição a bares na Paranaguá
Setor diz que texto fere liberdade econômica e pode acarretar em retrocessos para região. Associação diz que comerciantes querem ser ouvidos
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