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Governo tenta parcelar reajuste da tarifa

Redação - Folha de Londrina
10 jun 2003 às 19:01

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O reajuste das tarifas de telefonia fixa poderá ficar em 28,75% em média, caso não haja acordo do governo com as concessionárias.

O índice é resultado da fórmula prevista nos contratos de concessão assinados com a Anatel, que utiliza o IGP-DI dos últimos 12 meses para o cálculo do aumento da cesta de serviços, além da aplicação de um redutor de produtividade de 1%.

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Como a fórmula permite a aplicação de um reajuste até 9% maior que o IGP-DI para um dos itens da cesta de serviços, o aumento máximo poderá chegar a 41,75%, desde que a alta seja compensada com reajustes menores para outros serviços.


A cesta de serviços é composta de assinatura (residencial, não residencial e tronco ou PABX), habilitação e pulso. Caso se confirme a prática normalmente adotada pelas empresas e o reajuste seja concentrado principalmente na assinatura básica, a alta seria de 41,75%, o pulso teria um aumento de 35,2% e a habilitação não seria reajustada.


Os ministros da Fazenda, Antônio Palocci, e das Comunicações, Miro Teixeira reúnem-se ainda nesta terça com as concessionárias de telefonia fixa para tentar parcelar o reajuste e evitar um impacto grande na inflação deste ano.

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A expectativa é a de que o índice deste ano fique próximo de 20% e o restante ficaria para janeiro de 2004.


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