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Cenário econômico favorável

Mercado imobiliário londrinense apresenta crescimento e perspectiva otimista

Jéssica Sabbadini - Especial para a Folha
02 dez 2023 às 14:00
- Roberto Custódio
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O que é voltar para casa? Até 2019, voltar para casa poderia ser visto como sinônimo de descansar, dormir, já que a vida, principalmente profissional, era vivida fora; a partir de 2020, com a chegada da pandemia da Covid-19, as moradias precisaram se transformar no escritório, na sala de aula e no momento de lazer das famílias. 


Com isso, ter uma casa confortável e que trouxesse qualidade de vida em meio a um cenário devastador que se desenrolava Brasil afora foi uma tendência seguida por muitas famílias.

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Gerente do Grupo Plaenge, Rodolfo Sugeta pontua que o setor imobiliário na região de Londrina se comportou de forma muito positiva durante a pandemia, o que ele considera como “surpreendente”. 

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Segundo ele, apesar de um momento inicial bastante tenso, que afetou todos os setores, a retomada da construção civil foi rápida e forte, principalmente pelo fato de que as pessoas passaram a ficar mais dentro de suas casas.

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“Elas começaram a enxergar a moradia de uma outra forma”, explica, ressaltando que muitas pessoas passaram a ter uma visão mais crítica, desejando imóveis maiores e mais confortáveis, com escritórios ou áreas gourmets, por exemplo. 


Neste ano de 2023, mesmo com uma retomada gradual à normalidade e uma mudança de governo, ele considera que os resultados foram os melhores dos últimos quatro anos. Faz parte do Grupo Plaenge a Construtora Vanguard.

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CENÁRIO FAVORÁVEL


Sergio Cano, professor da FGV (Fundação Getúlio Vargas) do Rio de Janeiro e especialista em mercado imobiliário, explica que durante o segundo semestre de 2020 e o primeiro de 2021 houve uma redução das taxas de juros, o que impulsionou a venda de imóveis. 

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“Houve uma ressignificação dos conceito de moradia para as famílias porque, no período anterior à pandemia, o imóvel era visto muitas vezes como um imóvel dormitório”, ressalta, acrescentando que a rotina era vivida em sua grande maioria fora de casa.


Segundo o professor, por conta do distanciamento social, muitas pessoas foram em busca de imóveis maiores ou até mesmo deixaram de lado os apartamentos para viverem em casas localizadas em condomínios. 

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Naquele momento, ele ressalta que muitas pessoas optaram por sair dos grandes centros urbanos para morarem em casas que antes eram consideradas apenas como um destino de férias, como em regiões praianas ou serranas. 


Aliados, a taxa básica de juros na casa dos 2% e a busca por uma qualidade de vida possibilitaram que as pessoas investissem em um imóvel.

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Entretanto, com a elevação das taxas e o aumento do preço dos materiais de construção - por conta da escassez de matéria-prima - já no segundo semestre de 2021, o preço dos imóveis voltou a subir, com a taxa Selic atingindo um pico de 13,75% em 2022 . 


Segundo ele, com os bancos mais seletivos na hora de liberar o crédito e as famílias com uma perda de renda, as oportunidades para a compra de imóveis foram reduzidas.


Leia a reportagem completa na FOLHA DE LONDRINA:


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Mercado Imobiliário: setor apresenta crescimento e perspectiva otimista
Para o ano que vem, o indicativo de queda de taxa de juros gera um efeito colateral positivo, diz especialista
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