Um office-boy contratado pelo Provopar de Londrina em 1997 ajudava na administração da entidade e preenchia cheques de até R$ 1,5 mil. A informação foi prestada nesta quarta-feira à Promotoria de Defesa do Patrimônio Público pelo próprio adolescente de 16 anos, que pertence à guarda mirim.
Ele afirmou que foi contratado pela ex-gerente Maria Cristina Campos e tinha a senha e o cartão das contas bancárias da entidade. O Ministério Público (MP) instaurou procedimento para apurar denúncias de desvios de R$ 741 mil do Provopar.
O adolescente contou à promotora Solange Novaes Vicentin que ""a partir de dezembro de 1999 preenchia os cheques em valores de até R$ 1,5 mil e que também tinha autorização para preencher cheques de maiores valores destinados ao pagamento de cestas básicas e que os demais eram preenchidos por Maria Cristina Campos."" Ele disse ainda que a ex-gerente não mostrava os extratos das contas bancárias à ex-coordenadora Cristina Barros.
* Leia mais em reportagem de Lino Ramos na edição da Folha de Londrina/Folha do Paraná desta quinta-feira