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Com 4 casos de desobediência

Cadeias de Londrina já têm 85 presos com tornozeleiras eletrônicas

Guilherme Batista - Redação Bonde
24 nov 2014 às 15:38

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Gina Mardones/Equipe Folha
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O número de presos com tornozeleiras eletrônicas não para de subir nas cadeias de Londrina. Já são 85, de acordo com informações do Centro de Reintegração Social do município (Creslon). Do total, 61 são detentos do regime semiaberto e 24 são presos provisórios, que cumpriam pena nos distritos policiais da cidade ou na Casa de Custódia (CCL). O benefício começou a ser concedido no dia 16 de outubro.

O diretor do Creslon, Reginaldo Peixoto, contou que o Governo do Estado quer fechar o ano com pelo menos cem presos da cidade nas ruas, todos com as tornozeleiras e sob o monitoramento constante dos órgãos de segurança. "Ele recebe o benefício e passa a cumprir a sua pena em casa. O vínculo com o sistema, entretanto, continua vigente. Os presos do Creslon, por exemplo, precisam vir ao centro prestar contas uma vez por mês", explicou Peixoto.

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O número de presos com tornozeleiras só não é maior por que quatro deles desobedeceram as regras e perderam o benefício. Três foram encontrados fora de casa sábado ou domingo, o que é proibido. O outro rompeu o dispositivo na última semana e tentou fugir, mas acabou recapturado pela polícia. Os quatro foram encaminhados para as penitenciárias de Londrina, onde passaram a cumprir as suas penas em regime fechado.


De acordo com Peixoto, os presos têm direito de sair de casa de segunda a sexta-feira, das 6h às 21h. Já aos sábados, domingos e feriados, a saída é proibida. "O detento só pode deixar a sua residência no fim de semana se for para trabalhar", acrescentou o diretor do Creslon.

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Os 85 beneficiados com as tornozeleiras estavam presos em Londrina, mas cumprem as penas, atualmente, em diversas cidades da região, onde têm residência fixa. Os detentos estão espalhados pelos municípios de Cambé, Ibiporã, Sertanópolis, Arapongas e até Ivaiporã.


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