O Governo do Paraná determinou a Controladoria estadual que apure as irregularidades e eventuais fraudes na coordenação da Receita Estadual, alvo de investigação do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco).
Na sexta-feira (20), 19 pessoas foram presas em Londrina e Região por envolvimento no esquema de cobrança de propina na Receita Estadual, que envolve ex-delegados, auditores fiscais, empresários e contadores.
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De acordo com informações da Agência Estadual de Notícias do Governo do Paraná, o documento estipula o prazo de 48 horas para apresentação das informações.
O governo pede ainda que a Controladoria Geral do Estado escolha um representante para acompanhar com a Secretaria da Fazenda a apuração integral dos fatos.
Em nota a secretária da Administração e da Previdência, Dinorah Botto Portugal Nogara, também determinou na sexta-feira que o Grupo de Estudos de Controladoria Interna da Secretaria proceda auditoria com a finalidade de verificar todos os contratos de prestação de serviços no Departamento Estadual de Transporte Oficial (Deto).
Na última segunda-feira (16), o Gaeco cumpriu mandados de prisão e busca e apreensão em uma oficina em Cambé, suspeita de envolvimento no superfaturamento de um contrato temporário para manutenção da frota oficial na região de Londrina. O prazo de término dos trabalhos é de 30 dias.