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Londrina

Prefeitura vai pagar R$ 290 mil a empresa para remoção de escombros de ponte na Mabio Palhano

Redação Bonde com N.Com
24 mar 2016 às 16:02
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A Secretaria de Obras e Pavimentação liberou, na última quarta-feira (23), ordem de serviço para dar início ao trabalho de desmontagem e remoção dos escombros da ponte localizada sobre o ribeirão Cafezal, na rodovia Mabio Gonçalves Palhano (PR-538). Boa parte da estrutura foi destruída e levada pelas fortes chuvas ocorridas no início de janeiro - a ponte da outra pista, mais antiga, resistiu e atualmente serve para a travessia dos veículos nos dois sentidos.

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A empresa responsável pelo serviço é a Solum Demolições e Terraplanagem LTDA, contratada por meio de licitação. A empresa terá o prazo corrido de 20 dias para a execução do trabalho, contados a partir do recebimento da ordem de serviço. Embora o prazo para a conclusão do trabalho seja de 20 dias, a secretaria estima que o serviço possa ser concluído em uma semana.


O município terá que desembolsar R$ 290 mil, mas caso a perícia conclua que houve falhas na execução das obras, a construtora KRB terá que reconstruir a ponte, além de arcar com os custos da remoção dos escombros da ponte. A prefeitura suspendeu preventivamente o pagamento de cerca de R$ 700 mil à empresa em função dos danos ocorridos na ponte, que faz parte do conjunto de obras de duplicação da rodovia Mábio Palhano.


O secretário Walmir Matos explica que, além da desmontagem e remoção, o trabalho compreende também a análise da estrutura que caiu sobre o Ribeirão. "Vamos cortar toda esta estrutura, com equipamento especial, retirando parte por parte. Na medida do possível, a intenção é retirarmos as peças de maneira mais intacta possível. Depois será feita uma perícia, para sabermos se é possível o reaproveitamento destas peças ou não", disse. Segundo Matos a ideia é reaproveitar parte destas peças, já que existe tecnologia para fazer o reaproveitamento.


A outra finalidade do trabalho é proporcionar, ao engenheiro perito, a conclusão do laudo técnico que avalia se os estragos foram provocados pelo fenômeno climático ou por falha de projeto ou execução da obra. "Com isto, ele tem acesso à base da ponte e pode fechar o laudo. Após isso, nós poderemos dar andamento na solução da reconstrução da ponte, inclusive, na busca de recursos, se necessário", disse o secretário. A perícia deve ser concluída em meados de abril.

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A ponte foi construída em 2015, junto com outras melhorias no trecho da rodovia, como drenagem e duplicação. O custo total da empreita foi de aproximadamente R$ 1,9 milhão.

Laudo preliminar divulgado no final de fevereiro não havia detectado falhas de projeto ou execução.


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