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Requião defende exportação de álcool para a China

Redação - Bonde
15 jul 2003 às 15:09
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O governador Roberto Requião se reuniu com representantes dos produtores de açúcar e álcool do Paraná para ouvir as principais reivindicações do setor. O encontro foi realizado nesta segunda-feira, 14 de julho. Um dos principais pontos apontados pelo setor é a falta de uma política de incentivo às exportações de álcool do Brasil.

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O governador defendeu a abertura de novos mercados para as exportações brasileiras. O principal deles, segundo o governador, é a China. "Qualquer produto que seja exportado para a China resolve o problema das exportações brasileiras", afirmou.

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Requião disse que vai conversar com a ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff e com os governadores dos principais estados produtores de álcool no Brasil – São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul – para discutir uma proposta conjunta.


"Poderíamos formar uma coalisão, visando o incentivo dessas exportações", sugeriu Requião. Ele determinou também que o secretário Especial do Governador, Daniel Godoy Júnior fique encarregado de dar prosseguimento às negociações.


O presidente da Alcopar (Associação dos Produtores de Álcool e Açúcar do Estado do Paraná), Anísio Tormena, lembrou que o Paraná é um dos maiores produtos de álcool do país e que atualmente os principais mercados interessados em comprar o produto brasileiro, além da China, são o Japão, a Coréia do Sul e os países europeus.

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Ainda de acordo com Tormena, o maior entrave é a exigência de um apoio dos governos, estaduais e federal, para comprar o produto. "Esta cobrança vem principalmente do governo japonês, pois é uma negociação que tem que ser feita de governo para governo", explicou.


Segundo ele, o Japão é um excelente mercado, porque o país já adiciona 3% de álcool à gasolina. "A Coréia do Sul e a China também está avaliando um projeto para adotar esse mesmo procedimento a partir do ano que vem", afirmou.

Tormena disse ainda que a participação do governador Roberto Requião nesse processo é muito importante. "Nós contamos com a eficiência, com a força política e com o acesso que o governador tem com o governo federal para incentivar as exportações", afirmou.


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