A construção, de 255 metros quadrados, tem cinco celas, sendo uma feminina, com capacidade de seis pessoas cada. Vinte presos já foram removidos para o local. Com a instalação do prédio, a delegacia da cidade desativou as ‘jaulas’ que eram usadas na carceragem há um ano.
A construção consumiu R$ 50 mil. A Secretaria de Segurança Pública também entregou ontem uma nova viatura para a delegacia de Almirante Tamandaré. Além disso, 25 policiais militares foram incorporados ao efetivo da cidade, que é uma das mais violentas da Região Metropolitana. Neste ano foram registrados 21 homicídios, sendo que em todo o ano passado esse número foi de 24. Em 2000, a cidade ficou em terceiro lugar na ocorrência de assasssinatos na região de Curitiba, atrás de Colombo (42) e Piraquara (26).
De acordo com o delegado de Almirante Tamandaré, Rogério Haisi, a cidade ficou com uma estrutura muito boa para atuar. Segundo ele, as "jaulas" não vão mais ser utilizadas. "Desde que viemos para cá, há um ano, usávamos as celas, mas com a consciência da provisoriedade da medida", afirmou.
Em julho, reportagem da Folha constatou que 23 presos estavam amontoados em duas jaulas de 9 metros quadrados cada, instaladas dentro de uma casa pré-fabricada. Defensores de direitos humanos ficaram revoltados com a prática, mas a Coordenadoria de Recursos Criminais não tomou providências porque a construção da nova cadeia já estava prevista.
A construção consumiu R$ 50 mil. A Secretaria de Segurança Pública também entregou ontem uma nova viatura para a delegacia de Almirante Tamandaré. Além disso, 25 policiais militares foram incorporados ao efetivo da cidade, que é uma das mais violentas da Região Metropolitana. Neste ano foram registrados 21 homicídios, sendo que em todo o ano passado esse número foi de 24. Em 2000, a cidade ficou em terceiro lugar na ocorrência de assasssinatos na região de Curitiba, atrás de Colombo (42) e Piraquara (26).
De acordo com o delegado de Almirante Tamandaré, Rogério Haisi, a cidade ficou com uma estrutura muito boa para atuar. Segundo ele, as "jaulas" não vão mais ser utilizadas. "Desde que viemos para cá, há um ano, usávamos as celas, mas com a consciência da provisoriedade da medida", afirmou.
Em julho, reportagem da Folha constatou que 23 presos estavam amontoados em duas jaulas de 9 metros quadrados cada, instaladas dentro de uma casa pré-fabricada. Defensores de direitos humanos ficaram revoltados com a prática, mas a Coordenadoria de Recursos Criminais não tomou providências porque a construção da nova cadeia já estava prevista.