Polícia

Polícia elucida assassinato de procurador no Paraná

18 mar 2015 às 17:36

Policiais civis da Delegacia de Chopinzinho, em conjunto com a 5ª Subdivisão Policial (SDP), de Pato Branco, esclareceram, na manhã desta quarta-feira (18), o homicídio que vitimou o procurador da Prefeitura do município de Chopinzinho, Algacir Teixeira de Lima, de 51 anos.

Ele foi morto na segunda-feira (16), com aproximadamente seis tiros. O crime aconteceu em sua residência, na região central de Chopinzinho, quando uma pessoa invadiu a casa da vítima e realizou diversos disparos no momento em que o procurador chegava após buscar suas duas filhas, de 3 e 7 anos, no colégio. Duas pessoas foram presas em Chopinzinho.


Após investigações e análises do circuito de segurança, os policiais descobriram que o autor do crime tinha o apoio de mais dois comparsas que o esperavam em uma Corsa Sedan preto. Seguindo as investigações, a polícia descobriu que no mesmo dia do crime, uma pessoa registrou um Boletim de Ocorrência (BO) em Laranjeiras do Sul informando que seu carro, um Corsa Sedan, havia sido roubado.


O veículo tinha as mesmas características do carro utilizado no crime. Ao encontrar um casal dono do veículo, os policiais descobriram os dois haviam emprestado o carro para João Rosa do Nascimento, 38 anos e Jeferson Rosa do Nascimento, 23 anos, já que o dono do veículo era irmão dos dois suspeitos.


Ao encaminhar todos os envolvidos para a delegacia, o casal disse à polícia que realizou o BO a pedido de João para que a polícia pensasse que o crime havia sido cometido por alguém que roubou o veículo.


As investigações concluíram que o autor do crime foi Darci Lopes Aquino, 36 anos, a mando de uma mulher. João e Jeferson também participaram do crime dando apoio a Aquino. Jeferson e a mulher mandante do crime foram presos no inicio da manhã de hoje. Já Aquino, autor do crime, e João estão foragidos.


Segundo informa a Rádio Chopinzinho, a mandante do crime seria uma colega de trabalho do procurador. Ela teria encomendado a morte de Teixeira por desavenças no ambiente profissional e pagaria R$ 6,5 mil pelo assassinato. A identidade da funcionária pública não foi divulgada.

(com informações da Rádio Chopinzinho)


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