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Barbaridade

Tio sequestra sobrinha para pegar dinheiro da família

Redação Bonde
31 dez 1969 às 21:33
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O Grupo Tigre (Tático Integrado de Grupos de Repressão Especiais) prendeu os sequestradores de uma criança, de 6 anos, cometido em 9 de fevereiro, em Araucária, Região Metropolitana de Curitiba (RMC). No domingo (1), foram presos os seis suspeitos de integrar a quadrilha, entre eles o tio da criança, apontado como mentor do crime. Com o grupo, a polícia apreendeu cocaína, éter e cal, além de três pistolas - uma 9 mm de fabricação israelense.

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Três acusados foram presos no Litoral e outros três na Região Metropolitana e Curitiba. O tio da criança foi preso em Araucária. Um sétimo integrante da quadrilha, Bruno Cezar Rodrigues, 24, foi morto em 20 de fevereiro, durante confronto com policiais militares.

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Segundo o delegado do Tigre, Silvio Rockemback, o tio teria planejado o sequestro depois de saber que a irmã de sua esposa havia vendido um imóvel. "Ele resolveu sequestrar o seu próprio sobrinho para pedir o dinheiro da venda como resgate. Para isso, ele contratou a quadrilha e passou todas as informações para que tudo desse certo", afirmou.


CRIME – No começo da noite de 9 de fevereiro, os bandidos invadiram a casa da família, simulando um assalto, e levaram a criança refém. Segundo o delegado, para não levantar suspeitas o tio ficou na casa e também foi ameaçado e amarrado pelos assaltantes. Pessoas que passavam em frente à casa, no momento do assalto, avisaram a polícia de Araucária, que acionou o Grupo Tigre.


Na mesma noite, os policiais do Grupo Tigre tinham informações sobre a possível região onde estaria o cativeiro. "Menos de 24 horas depois do sequestro, a criança foi libertada pela quadrilha e deixada nas proximidades da fábrica da Coca-Cola, no bairro Jardim das Américas, em Curitiba. Logo depois, já estávamos identificando um a um os integrantes da quadrilha", contou Rockemback.

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Segundo a polícia, a criança foi libertada, porque parte da quadrilha queria mudar o local do cativeiro e, como não chegaram a um acordo, os suspeitos que cuidavam do local libertaram o refém. Com isso, a quadrilha resolveu se dispersar para escapar da polícia, que intensificou as investigações.


Os policiais descobriram que a quadrilha, na verdade, é especializada em roubos de automóveis e tráfico de drogas. Em 20 de fevereiro, dois deles roubaram um Astra. O carro foi localizado em seguida por policiais militares. No momento da abordagem, os ladrões reagiram. Um morreu no confronto e o outro conseguiu fugir.

Todos vão responder por extorsão mediante sequestro, tráfico de drogas, porte ilegal de arma, roubo e formação de quadrilha. Valter já tem passagens pela polícia por roubo. Adelir, condenado por roubo cumpriu parte da pena e estava em liberdade provisória. As investigações continuam para levantar a procedência das armas não identificadas e a participação do grupo no assalto à casa do policial em Guaratuba.


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