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Nova série do Star Trek mostra a luta pela paz no mundo

Agência Estado
27 set 2017 às 10:23
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Quando Gene Roddenberry lançou a série original Star Trek em 1966, o mundo estava mergulhado na Guerra Fria, e a segregação racial nos Estados Unidos tinha recém-acabado oficialmente. Passados 51 anos, a Terra não está num momento tão diferente assim. É nesse cenário que estreia Star Trek - Discovery, o quinto spin-off - depois de A Nova Geração, Deep Space Nine, Voyager e Enterprise, que terminou em 2005.

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Star Trek - Discovery, que entrou no ar na segunda-feira (25) na Netflix, se passa dez anos antes dos eventos da série original. Criada por Bryan Fuller e Alex Kurtzman, que também está por trás do reboot cinematográfico de Star Trek dirigido por J.J. Abrams, a série tem como personagem principal Michael Burnham (Sonequa Martin-Green, de The Walking Dead), a primeira mulher negra a ser protagonista no universo Star Trek.

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Humana, ela foi criada por dois vulcanos, os pais de Spock (Leonard Nimoy). Michael não é a capitã da nave Discovery - ela começa a série como oficial na nave da capitã Georgiou (Michelle Yeoh) e depois passa para a nave do capitão Gabriel Lorca (Jason Isaacs).

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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