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SOMOS CRIADORES DO NOSSO MUNDO

31 dez 1969 às 21:33
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Desde pequenos aprendemos sobre as leis da natureza - há o momento de plantar e de colher e a época no ano em que as flores desabrocham nas várias espécies. Há os ciclos da enchente e da vazante do mar. Da lua crescente, cheia, minguante ou nova. Do sol, que nasce ou se põe no horizonte.

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Sabemos que o nosso corpo funciona a partir das leis naturais também – ele cresce de acordo com as fases naturais; se recicla e reconstrói as células a cada momento, nos ritmos das doenças e da cura; e envelhece no devido tempo.

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Todos esses processos e ciclos são a manifestação visível de leis; estas, na verdade, são invisíveis; é pelo resultado conhecemos o seu funcionamento. A partir do visível, procuramos compreender o invisível que está por trás.


Da mesma forma, a Metafísica estuda as leis que regem os aspectos mais sutis do universo e da nossa vida. Uma delas é a Lei da Similaridade, e ela mostra que no Plano Cósmico, semelhante atrai semelhante.


Se olharmos para nós mesmos, somos, em primeira instância, um conjunto de vibrações. Nosso corpo físico, assim como cada uma de nossas emoções e pensamentos criam um padrão vibratório. E, através dele, estamos continuamente - consciente ou inconscientemente - enviando informações ao Plano Cósmico ( ou à vida ). Mesmo que não façamos nenhuma ação concreta, a vibração é informação em estado puro.

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Existe uma rede de conexões que cria a realidade que conhecemos continuamente. Tudo tem sentido. Essa ordem oculta - que não visível para os sentidos materiais e para a nossa lógica concreta – rege todas as coisas.


Tudo aquilo que vibramos fica, de certa forma, plasmado neste campo mais sutil da Mente Cósmica. E as Leis Invisíveis criam, mais cedo ou mais tarde, a sua manifestação no plano concreto.


Assim, estamos continuamente atraindo pessoas e situações afins com o que projetamos. O que vibramos está dia-a-dia se materializando em nossa vida.


É necessário mudar a crença de que não temos nenhuma participação na ocorrência dos eventos, e olhar com um pouco mais de atenção para os nossos padrões internos. Não me refiro ao que dizemos ou acreditamos conscientemente, mas ao que sentimos lá no fundo (e que muitas vezes está inconsciente) – e aqui estão os nossos medos e programações negativas recebidas em nossa infância. Assim como aquilo que nos permitimos receber. Perceberemos, então, que de alguma forma, a vida está respondendo à essas informações.


Trazer à tona esses padrões é o primeiro passo para modificar a realidade exterior. Mudar a atitude interior e a postura diante dos eventos é o ponto mais importante – mesmo que não haja ainda uma ação concreta. A partir daí, possivelmente já começaremos a perceber as mudanças chegando.

Porque – como num jogo de espelhos - a vida responde ao que somos. Fiquemos atentos, então, pois a nossa responsabilidade conosco é grande: somos co-participantes do processo de construção da nossa realidade pessoal e coletiva.


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