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Só se consegue bons resultados com o tratamento para essa doença, se o paciente adotar um estilo de vida saudável - Reprodução
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Qualidade de vida

Saiba conviver com as limitações da osteoporose

Driblando as limitações
31 dez 1969 às 21:33
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Portadores de osteoporose convivem com uma difícil rotina de limitações. A doença, caracterizada pela redução da qualidade e quantidade de massa óssea, faz com que os pacientes não consigam realizar atividades simples como carregar uma sacola ou pentear os cabelos. No entanto, essa realidade pode ser transformada. Com alguns cuidados diários, é possível viver melhor, com qualidade de vida e mais chances de ter uma rotina normal.

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Para começar, só se consegue bons resultados com o tratamento se o paciente adotar um estilo de vida saudável. "Aumentar a ingestão de cálcio, praticar exercícios físicos regularmente e evitar o tabagismo e o excesso de álcool são essenciais", afirma o reumatologista e professor – titular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Adil Samara. O especialista diz que redobrar a atenção para evitar as fraturas é fator de grande relevância também. Por isso, usar sapatos baixos, com solas de borracha, não andar em superfícies escorregadias e não levantar peso ajudam os pacientes a não sofrerem quedas. Providenciar corrimões nas escadas e corredores e barras de apoio nos banheiros e ao lado da cama facilitam a locomoção dentro de casa.

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As chances de levar uma vida normal são maiores se o paciente estiver sempre bem informado sobre suas condições e sobre a doença. Assim que a osteoporose for diagnosticada, é muito importante buscar informações e dicas, além da terapia mais adequada. Quanto antes o tratamento for iniciado, melhores serão os resultados. "Geralmente a osteoporose é diagnosticada somente após a primeira fratura. Mas o problema pode ser descoberto antes, por meio de um exame simples e indolor, a densitometria óssea", explica o especialista.

O número de pessoas que sofrem com a osteoporose é alto. Estima-se que cerca de 30% das mulheres na pós-menopausa e 15% dos homens acima de 50 anos sejam portadores do problema. Apesar de não ter cura, existem diferentes tratamentos que podem controlar a doença e retardar o processo de desgaste dos ossos. Há medicamentos que podem ser tomados semanalmente, aumentando a densidade mineral óssea, reduzindo a perda óssea e diminuindo significativamente o risco de fraturas.


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