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UEL investiga os impactos da pandemia na educação

- Gustavo Carneiro/Grupo Folha
Pedro Marconi - Grupo Folha
27 jun 2022 às 09:19
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O quanto a pandemia da Covid-19 impactou na educação brasileira? E no hábito de leitura das crianças a partir do que é fomentado na sala de aula? São esses e outros questionamentos relacionados ao tema que um grupo de pesquisa com representantes da UEL (Universidade Estadual de Londrina) tenta responder. Mais que isso, o objetivo é sugerir e agir para tentar reverter as perdas educacionais com os anos de ensino remoto em razão das medidas restritivas e de proteção. 

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O projeto é um desdobramento de várias ações realizadas pelos grupos de pesquisas vinculados aos programas de pós-graduação em Educação da UEL e de outras cinco instituições estaduais e federais de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Alagoas e Maranhão. Aproximadamente 30 pesquisadores estão participando, entre docentes, alunos de mestrado e doutorado e egressos de iniciação científica. O grupo de pesquisa, em outro levantamento, constatou que o número de crianças de seis e sete anos que não sabem ler e escrever cresceu 66,3% entre 2019 e 2021. 

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“A pandemia implicou de forma significativa a educação, e os professores tiveram que reinventar a prática pedagógica. Antes, a maioria não tinha domínio da tecnologia, mas tiveram que praticar e tentar, de alguma forma, dar continuidade ao processo de aprendizagem. A maioria dos professores que já identificamos não tinha formação para trabalhar com tecnologia, os alunos não tinham acesso adequado, não tinham computador e nem espaço para participar da aula”, analisa a professora Adriana Regina de Jesus, da UEL, que coordena o projeto. 


O foco da apuração são os alunos da chamada “escola da infância”, que abrange as crianças de zero a dez anos. “Os alunos dos anos iniciais e educação infantil aprendem a partir da interação. O ensino remoto não foi interessante para o processo de aprendizagem e deixou claro para todos que a educação a distância não funciona com alunos da escola da infância. Pode funcionar com adultos e quem tem autonomia do processo formativo”, destaca. 


Leia mais na Folha de Londrina.

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