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Auxiliares de palco

Por onde andam as 'Angelicats', as 'Paquitas' de Angélica?

André Aram - Folhapress
24 mai 2024 às 18:27
- Divulgação/SBT
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Após o sucesso do documentário sobre Xuxa Meneghel, a Globoplay resolveu produzir uma obra do gênero, mas com as Paquitas como protagonistas, intitulado "Para Sempre Tão Bom: Paquitas". As ex-assistentes de palco da rainha dos baixinhos fizeram muito sucesso na década de 1980, e logo se tornou comum a presença de jovens ajudantes nos programas infantis da época para conter a euforia das crianças.

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Na extinta Rede Manchete [1983-1999], a então adolescente Angélica, estreou no comando do Clube da Criança em 1987, e assim como Xuxa, também tinha suas auxiliares de palco, no início chamadas de Clubetes, e posteriormente Angelicats.

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Ao contrário das Paquitas, elas eram em sua maioria morenas e com um figurino multicolorido. O intuito não era copiar, mas se diferenciar das loiras concorrentes. As primeiras cinco clubetes duraram pouco tempo, apenas três meses, sendo a segunda formação mais duradoura. Algumas delas inclusive seguiram carreira artística e se tornaram atrizes consagradas, enquanto outras optaram pelo anonimato. 


Você se lembra delas? Por onde andam algumas ex-assistentes de palco da Angélica? E quem são as famosas?

Camila Pitanga (1988)

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Muito antes de se tornar conhecida em novelas como A Próxima Vítima, e Paraíso Tropical, Camila Pitanga, 46, foi uma das assistentes de palco da loirinha da Manchete. Ela tinha apenas 12 anos. A experiência foi breve, apenas alguns meses, mas a atriz se recorda com carinho daquela época e explica a razão de ter ficado tão pouco tempo.


"Eles renovaram (as clubetes) porque a Angélica começou a ter a perspectiva de viagens com shows, então eles queriam assistentes que pudessem viajar, e eu, muita nova com escola, não era compatível", contou Camila ao F5. A atriz guarda boas memórias: "Adorava ser a criança cuidando de criança (risos), fui muito feliz ali, é um encontro que tenho para a vida com a Angélica e as meninas".

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Joana Limaverde (1988 a 1989)


Ela nasceu em berço artístico, filha do cantor e compositor Ednardo, do hit "Pavão Mysteriozo", tema da novela Saramandaia, de 1976. Aos 13, Joana integrou o time de clubetes, onde permaneceu por cerca de oito meses. Ela lembra como tudo começou: "Fui convidada para fazer o teste na Manchete, o pai de um primo era redator do programa; o teste era cantar e dançar".

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Sobre seu afastamento, explica que foi por vontade própria. "Pedi para sair, gravávamos até tarde da noite, eu estudava de manhã... Minha vontade era fazer teatro, e não me sentia muito bem com o ambiente de competição entre as clubetes"; diz. Joana esteve na festa de 15 anos de Angélica, amplamente noticiada na mídia, na época. "Ela sempre foi muito legal e simpática com todos", conta, referindo-se à apresentadora.


Atriz há mais de 30 anos, Joana fez várias novelas como Xica da Silva, Uga Uga, Celebridade, Bang Bang, e passou por diversas emissoras. Formada em cinema, desde 2015 ela mora em Fortaleza (Ceará) e trabalha em gestão e produção cultural, faz parte da diretoria do Fórum Audiovisual Siará Cine e atualmente é assistente de produção da série "Belchior-Alucinação" para o Canal Brasil.

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Giovanna Antonelli (1991 a 1992)

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Aos 15 anos, ela já era assistente de palco no Clube da Criança no canal da família Bloch. Contudo, Giovanna Antonelli, 48, estava mais empenhada na carreira de atriz, e em 1994 fez a sua estreia em Tropicaliente, da Globo.


A partir daí, não parou mais e construiu uma sólida trajetória em tramas como O Clone, Da cor do Pecado, Salve Jorge, Travessia, e várias outras, além de cinema e teatro. Procurada pelo F5, Antonelli não retornou o contato para comentar o assunto e bloqueou o telefone do repórter que enviou mensagem por WhatsApp.

Geovanna Tominaga (1992 a 1998)


De ascendência japonesa, ela se tornou Angelicat aos 12 anos, ainda na TV Manchete, depois foi para o SBT e Globo, acompanhando a apresentadora. Na emissora carioca, Geovanna, 44, fez participações em novelas, apresentou a TV Globinho, e também o Vídeo Show.


Neste último, protagonizou uma saia justa ao vivo com Susana Vieira. "Não tenho paciência para quem está começando", declarou a atriz após retirar o microfone das mãos de Tominaga. O vídeo viralizou e até hoje ela é lembrada pela cena embaraçosa. Formada em jornalismo, é também empresária. Está casada e tem um filho.


Aline Menezes (1993 a 1994)


Ela é a atriz que virou Angelicat, ou melhor, Anjinho. Aline, 41, fez sua estreia aos 8 anos, na novela Felicidade (1991). Logo depois vieram participações em três novelas globais, onde já era um rosto conhecido. Foi quando surgiu o convite para trabalhar com Angélica no SBT: "Quando fui chamada era para outro formato, com pequenos quadros como atriz, mas depois mudaram, foi quando virei a Anjinho. As angelicats eram adultas". Indagada porque ficou pouco tempo, ela esclarece: "Fiquei apenas um ano porque o programa mudou e mantiveram somente as angelicats".


Aline retomou a carreira de atriz, conciliando também com campanhas publicitárias. Seus últimos trabalhos foram a novela Travessia, o filme "Câncer com Ascendente em Virgem" e a série "Máscaras de Oxigênio não cairão automaticamente" da HBO.


Ela considera um pioneirismo da apresentadora a iniciativa de incluir meninas negras, numa época dominada por ajudantes loiras: "Não havia assistentes de palco negras na época, e ter podido contribuir com esse avanço foi muito importante, abriu espaço para que víssemos mais", contou ela, assumindo que gostaria de rever a apresentadora. Na vida pessoal, a atriz está noiva, e não tem filhos.


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Juliana Silveira (1993 a 1998)


Considerada no passado a 'Alicia Silverstone brasileira', devido à semelhança com a atriz famosa pelo filme As Patricinhas de Beverly Hills (1995), Juliana, 44, começou a carreira em 1993. Primeiro no programa Casa da Angélica, em seguida TV Animal e Passa ou Repassa, todos os três no SBT.


Quando a apresentadora assinou com a TV Globo, em 1996, ela seguiu junto, sendo uma das auxiliares de palco no Angel Mix até 1998, quando passou a se dedicar a carreira de atriz, estreando em um papel pequeno na novela Pecado Capital.


Ao longo dos anos, fez novelas e minisséries, mas o destaque veio em 2005, como a protagonista da novela Floribella, exibida pela Band. Nos últimos anos, tem se dedicado à criação de conteúdo para a internet. Procurada pelo F5 para falar sobre os velhos tempos, a assessoria da artista não respondeu à solicitação.


Micheli Machado (1994 a 1999)


A oportunidade para ser uma das Angels surgiu aos 12 anos, no SBT, após muitos desfiles e comerciais de TV na infância. Foram cinco anos trabalhando com Angélica, até seguir os passos de suas colegas, investindo na carreira de atriz.


Desde então, ela já atuou em vários folhetins, filmes, e nos palcos se destacou também como comediante, sendo fundadora do grupo Humor de Salto Alto, composto só por mulheres. Micheli só tem motivos para comemorar, foi a primeira mulher negra da América Latina a ter um especial de stand up na Netflix em 2019. Casada com o ator e cantor Robson Nunes, eles têm uma filha.


Rosi Buss (1988 a 1989)


Na contramão de suas colegas, Rosi não se tornou atriz. Após sua breve passagem pela Manchete, alguns anos depois ela foi para a Alemanha, onde vive há 26 anos. "Não tenho contato com a Angélica desde que saí, fui morar numa fazenda em Minas Gerais com meus pais e perdi contato com todos; e aos 18, fui estudar na Alemanha". Casada, ela trabalha em um escritório de advocacia.


A maternidade veio cedo, os três filhos já adultos moram em lugares distintos, uma no Brasil, outra em Londres e o caçula está na Tailândia, onde é instrutor de mergulho, contou ela ao F5, direto do país asiático. "Fui mãe aos 18 anos, meus filhos são minha vida, e já sou avó, tenho um netinho de 7 anos" diz animada, avisando que este ano estará no Brasil para uma temporada.


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Por onde andam as Angelicats veteranas?


Entre 1987 e 1999, cerca de 35 meninas passaram pelas três emissoras atuando como ajudantes de palco de Angélica, em diferentes fases da apresentadora. Além de Clubetes e Angelicats, houve também outros nomes para descrevê-las, como: Angel, Anjinho e Mini-Angels, esta última já no fim dos anos 1990.


As principais Angelicats da época da Manchete que não seguiram a carreira artística foram: Amanda Pinheiro, Gabriela Prado, Elaine Peneiras, Marcella Bordallo, Beth Mendes, Mariana Nogueira e Rosi.


Segundo suas redes sociais, Marcella trabalha na área de gestão de marketing, Elaine ainda trabalhou durante um tempo como modelo, mas não há informação sobre sua ocupação atual, assim como Beth. Mariana possui uma empresa de agenciamento artístico, e Amanda atua como especialista em marketing digital.


Se "Para Sempre Tão Bom: Paquitas" for um sucesso, quem sabe veremos um dia um documentário sobre a trajetória das Angelicats, celeiro de atrizes que despontaram para a fama na TV.


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