Com 28 painéis que retratam o judaísmo na Península Ibérica até 1497, os costumes dos criptojudeus na clandestinidade, os judeus perseguidos na atualidade e a vinda deles ao Brasil, a Secretaria da Cultura abre nesta sexta (4), às 18h30, no Hall de entrada, a exposição "Criptojudeus: uma chama que a Inquisição nunca conseguiu apagar".
A exposição conta um pouco da história dos judeus perseguidos e obrigados a se converter ao cristianismo, no século XV, na Espanha e em Portugal. A palavra cripto, de origem grega, significa segredo.
Os criptojudeus permaneceram em Portugal e na Espanha depois da perseguição religiosa porque, oficialmente, já não eram mais judeus e sim católicos.
Mesmo com o batismo forçado, muitos continuaram a praticar o judaísmo secretamente. Segundo o historiador Egon Wolf, com o descobrimento do Brasil pelos portugueses, muitos dos "novos cristãos" vieram para cá a partir de 1507.
Serviço:
Mostra "Criptojudeus – uma chama que a Inquisição nunca conseguiu apagar"
Quando: de 4 a 18 de julho
Horário: das 9h às 18h
Local: Hall da Secretaria de Cultura (R. Ébano Pereira, 240 – Centro)
Entrada franca