O cantor Michael Jackson pode ter ficado 60 dias seguidos sem dormir, segundo depoimento do Dr. Charles Czeisler à Corte que julga o processo que envolve a família do astro e a seguradora AEG. As informações são do The Sun.
Conrad Murray, médico de Jackson, administrou doses de propofol por cerca de dois meses ao cantor, e de acordo com Czeisler, o medicamento induz a um quadro parecido com o coma, e não ao sono natural. O especialista disse que o o cantor teria morrido pelo longo tempo sem dormir, se não fosse a overdose do medicamento.
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Antes de morrer, Michael já não conseguia fazer coreografias simples e lembrar de palavras de suas músicas. Os sintomas, segundo Czeisler, eram "consistentes para alguém que sofria de um quadro de privação total de sono".
Na ação, a família do rei do pop pede uma indenização de 26 bilhões de euros contra a seguradora AEG, que contratou Murray.