O recurso apresentado pelo médico Conrad Murray foi rejeitado pelo tribunal da Califórnia nesta quarta-feira (15). Ele foi condenado a quatro anos de prisão pela morte do cantor Michael Jackson. A Justiça ratificou que há evidências suficientes para culpá-lo pela morte.
Se os tribunais tivessem acatado suas apelações, Murray poderia recuperar a licença médica. Durante todo o processo de julgamento, ele se declarou inocente, mas admitiu que cuidava de Michael com sedativos.
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"Fica demonstrado que o senhor Jackson foi uma vítima vulnerável e que (Murray) estava em uma posição de confiança e violou essa relação de confiança ao descumprir as normas de uma conduta profissional adequada em vários sentidos", escreveu o tribunal.
Murray foi condenado a quatro anos de prisão, mas conseguiu reduzir a pena pela metade utilizando uma nova lei penitenciária que permite que os internos descontem um dia de pena por cada dia de boa conduta.
Michael Jackson morreu no dia 25 de julho de 2009, por overdose de anestésicos. (Com informações da agência Efe).