Adriana Araújo, jornalista e mediadora do último debate da Record com os presidenciáveis, manifestou-se no Facebook, após as declarações polêmicas de Levy Fidélix sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Na rede social, ela disse que não costuma opinar sobre o posicionamento dos candidatos por uma questão de ética profissional. Mas, como cidadã, ela sentiu-se no direito de desaprovar a fala de Fidélix, considerada por muitos homofóbica. Confira:
"Como mediadora, jamais poderia me manifestar sobre a opinião de qualquer candidato. Por dever de ofício, como jornalista, durante as campanhas eleitorais não expresso minhas opiniões políticas.Assim preservo a isenção e a imparcialidade essenciais para desempenhar minha função nas sabatinas, entrevistas e debates. Porém, por dever de cidadã, hoje preciso dizer que sou contra qualquer forma de preconceito e discriminação. Sou contra os que pensam que maiorias podem impor sua vontade, crenças e opções às minorias. Isso levaria ao massacre, à barbárie social. Por fim, sou a favor da lei que criminaliza a homofobia, que está no Congresso já há alguns anos e ainda não foi votada. E creio, como cidadã, que em questões cruciais como essa, quem cala consente", escreveu ela no Facebook.
(Com informações NaTelinha)