Pesquisar

Canais

Serviços

Choques de cabeças

Campeonato Brasileiro tem concussões em dois jogos, e CBF valoriza novo protocolo

Igor Siqueira - UOL/Folhapress
15 abr 2024 às 12:00
- Lucas Figueiredo/CBF
Publicidade
Publicidade

A primeira rodada do Brasileirão já teve uso do novo protocolo de concussão, que prevê uma substituição a mais, caso algum jogador não consiga ficar no jogo após uma pancada na cabeça.

Cadastre-se em nossa newsletter

Publicidade
Publicidade


Leia mais:

Imagem de destaque
Fim de era

Barcelona anuncia saída de Xavi e já tem favorito na mira

Imagem de destaque
Time misto e em casa

São Paulo vence o Águia de Marabá sem sustos e avança na Copa do Brasil

Imagem de destaque
Polêmica da vez

Abel Ferreira se declara ao Palmeiras, mas não diz se assinou pré-contrato com Al Sadd

Imagem de destaque
Reformulação no elenco

Corinthians 'fecha porta' para ídolos e estimula novas lideranças no elenco

Em duas das dez partidas da rodada houve alguma substituição confirmada com base no protocolo de concussão, após pancadas na cabeça.

Publicidade


O primeiro a usar o recurso foi o volante Marlon Freitas, do Botafogo, substituído contra o Cruzeiro.


Matías Viña, do Flamengo, e Adriano Martins, do Atlético-GO, bateram de cabeça e também não conseguiram seguir no jogo. Houve um corte na testa do defensor do time goiano. O lateral do Fla foi conduzido a um hospital para avaliações.

Publicidade


No Vasco x Grêmio, Kannemann chegou a ser tirado de campo com suspeita de concussão após se chocar com Matheus Carvalho. Mas o médico do clube mudou o diagnóstico. A sexta substituição, ao fim das contas, não foi habilitada.


Para a CBF, o número de ocorrências logo na primeira rodada do Brasileirão é um sinal de que o uso do protocolo é um acerto.

Publicidade


Porém, a entidade vai averiguar o que aconteceu na situação envolvendo Kannemann. Em tese, se o cartão vermelho é acionado para a troca por concussão, ele não pode ser retirado depois.


"Mostra para nós que estamos corretos em fazer a proteção do jogador. Estamos vendo que cada vez acontece mais. Poderia passar despercebido porque não tinha o mecanismo, mas esse é o caminho. É uma coisa nova. Temos que ir adiante. Na primeira rodada, já mostrou que valeu a pena", disse Jorge Pagura, presidente da comissão médica da CBF.

Publicidade


A substituição adicional acontece quando o médico do clube percebe que o jogador apresenta sintomas apontando para concussão. Não precisa necessariamente ter sangramento. Mas principalmente tontura e confusão mental.


Com o diagnóstico em campo, a substituição é feita quando o médico entrega à arbitragem um cartão vermelho — e não branco — para efetuar a troca do jogador. Isso habilita o time adversário a fazer uma substituição adicional, totalizando seis.

Publicidade


Se usarem o cartão vermelho, os médicos precisam enviar à CBF um relatório a respeito do episódio.
"Se ele usar o cartão vermelho, tem que me dar o que fez com o paciente, que tipo de exames, se fez tomografia. A gente vê o vídeo e o médico nos diz quando pretende voltar com o jogador", completou Pagura.


A comissão médica não cria prazos para volta dos jogadores às atividades. Normalmente, isso acontece na partida seguinte. Mas essa decisão é prerrogativa dos clubes.

Publicidade


"Se o médico disse que volta no próximo jogo, eu quero saber o porquê", disse o presidente.


A substituição adicional pode ser feita em qualquer momento do jogo e não é contabilizada nas três paradas para trocas de jogadores, previstas inicialmente na regra.


O Cruzeiro usou a sexta substituição, já nos acréscimos, empatando com o Botafogo no número de trocas, mesmo sem ter concussão no time.


Imagem
Londrina EC estreia na Série C contra o Confiança no dia 22 de abril
O Londrina inicia a caminhada na Série C do Brasileiro exatamente daqui uma semana, na próxima segunda-feira (22), às 20h, contra o Confiança, no estádio Estadual Lourival Baptista, a Arena Batistão, em Sergipe.
Publicidade
Publicidade

Continue lendo

Últimas notícias

Publicidade