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No vermelho

Vendedores reclamam de baixo movimento na Expo

Thamiris Geraldini - Redação Bonde
13 abr 2012 às 18:45
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Faltando poucos dias para o término da 52º edição da ExpoLondrina, muitos expositores já tem avistado os prejuízos. Para muitos, a realidade confirma que a feira não foi das mais movimentadas em comparação com edições anteriores. Com dez dias de evento, a pretensão de lucro ficou só na expectativa de vendedores que vieram a Londrina especialmente para a Exposição.

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É o caso de Raphael Martinho de Oliveira, que saiu de Ourinhos (SP) tentado pela proposta de lucrar com a venda de bebidas. Um amigo que vem a Londrina todos os anos contou que a feira era uma ótima oportunidade para ganhar dinheiro, o que não aconteceu neste ano. "Pensei que ia sair daqui com os bolsos cheios e, se duvidar, volto para a casa com eles mais vazios do que cheguei".

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Para alguns, até o momento, as vendas não se equiparam sequer ao preço gasto na locação do estande. "Venho aqui há 12 anos e acredito que este foi o pior ano em termos de faturamento. O que lucrei até agora não paga nem metade do preço que gastei para estar aqui", conta o comerciante Jociel Ribeiro. No entanto, para ele, a baixa movimentação e consumo não são um caso isolado em Londrina, já que, em termos gerais, o brasileiro está gastando pouco.


Até o parque de diversões, setor bastante procurado nas edições da feira, tem sentido os reflexos da baixa movimentação. Elias Virgílio Soares de César, empresário do ramo de brinquedos há 30 anos, disse ter encontrado aqui uma das piores oportunidades para lucrar. "É a primeira vez que venho a Londrina, sou do Rio de Janeiro e vim porque todo mundo me dizia que a Expo tinha um movimento muito bom. Vou voltar para a casa decepcionado e bem longe de atingir o lucro que esperava".

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O vendedor aposta na expectativa de lucrar um pouco mais com o último dia de feira que, segundo ele, é o que mais atrai a população. "O parque espera mais movimento no domingo, já que haverá atração infantil. Mas arrisco dizer que o negócio foi tão fraco que se chover, todo mundo aqui [do parque] está sujeito a sair no prejuízo. Se não chover, a gente consegue pelo menos quitar as dívidas", acredita.


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