16/06/21
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Esfirra de carne, ótima opção de lanche ou mesmo para uma refeição

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Tempo de preparo
2 h 0 min
Rendimento
Rende
20 porções
Preparo fácil
Ingredientes
Massa

- 3 e ½ xícaras (chá) de farinha de trigo
- 60 g de fermento biológico fresco
- 1 colher (chá) de sal
- 1 colher (chá) de açúcar
- 250 ml de leite
- 80 ml de óleo
- 1 ovo para pincelar

Recheio

- 500 g de carne moída
- 1 cebola bem picada
- 2 colheres (sopa) de cheiro verde
- 2 tomates sem sementes bem picados
- Suco de um limão
- Sal e pimenta-do-reino a gosto
Modo de preparo
- Misture todos os ingredientes do recheio em um recipiente e deixe descansar por uma hora em uma peneira sobre uma vasilha. A carne deve soltar um pouquinho de líquido

- Dissolva o fermento no sal e no açúcar. Adicione o óleo e o leite e misture bem

- Acrescente a farinha, uma xícara por vez, primeiro mexendo com uma colher de pau e depois com as mãos. Reserve a última meia xícara

- Quando começar a desgrudar das mãos, leve para uma superfície enfarinhada e vá trabalhando, colocando farinha aos poucos, quando começar a grudar

- A massa deve ser trabalhada por cerca de dez minutos e deve usar toda a farinha indicada. Se achar que já está lisa antes de a farinha acabar, pare. Se achar que precisa de um pouco mais, siga salpicando

- Deixe descansar na bancada por dez minutos

- Faça bolinhas iguais com a massa e deixe descansar mais dez minutos

- Abra as bolinhas com a mão e coloque o recheio sobre cada uma delas sem espremer ou apertar

- Feche as bordas formando um triângulo. Se quiser esfirras abertas, ignore este passo

- Salpique uma assadeira com farinha e disponha as esfirras com a emenda para baixo

- Pincele os salgados com um ovo batido

- Asse em forno médio preaquecido até que a superfície esteja dourada, por cerca de 20 a 25 minutos

Saiba mais

Pães assados com coberturas diversas existem em uma série de culturas e são extremamente comuns. Afinal de contas, é exatamente o que a pizza e a esfirra têm em comum –e ambas também possuem suas versões fechadas. Por aqui, especialmente em São Paulo, as duas têm lugar cativo à mesa. Mas vamos nos ater ao querido salgado árabe no texto de hoje.

A esfirra como conhecemos por aqui foi absorvida dos costumes de imigrantes sírios libaneses desde o século passado. Em versões abertas (pequenas tortas redondas) e fechadas (em barcas ou triângulos), elas ganharam popularidade e, tal qual coxinhas e empadas, figuram na lista de salgadinhos imprescindíveis desde a cantina escolar até as festas infantis (mas não faça festas agora, por favor).

A receita de hoje é de família. Com massa diferente da tradicional, é muito fácil de fazer. Quase à prova de erros. Pensando do ponto de vista da química dos alimentos, não seria necessário tanto fermento. Porém, já testei esta receita de outras maneiras e o funcionamento perfeito é exatamente como explico abaixo.

Como recheio indico aqui o de carne, que é adicionada ainda crua à massa. É possível variar e fazer esfirras de queijo, frango, calabresa e o que mais quiser. Se preferir ficar nas influências árabes, tente recheio de queijo chancliche ou a massa aberta pincelada com azeite e zaatar (tempero típico feito, em geral, à base de tomilho, orégano, manjerona, gergelim torrado, coentro, sumagre e sal).

Para acompanhar, faça um molho de tahine, a pasta de gergelim também típica da cozinha árabe. Misture uma colher de sopa da pasta com suco de um limão e um quarto de xícara de água. Tempere com sal e pimenta e pronto!
Fonte da receita: Folhapress
 
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