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Ambiente interativo

Como fazer que o pet se adeque ao local de trabalho?

Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
10 jun 2022 às 09:33
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A companhia de cães no trabalho presencial melhora o ambiente. Mas como fazer que o animal se adeque sem atrapalhar o trabalho? Com o retorno ao trabalho presencial, muitas empresas têm investido em um ambiente mais humanizado para os colaboradores. Um bom exemplo são os cãezinhos, que agora estão invadindo os escritórios. Segundo dados do radar PET, mais de 50 milhões de cachorros fizeram parte da rotina de seus tutores durante a pandemia, aparecendo em videoconferências e acompanhando suas atividades profissionais em casa.Acostumados aos bichinhos, muitos tutores não querem perder a boa companhia. E você sabia que há muitos benefícios da proximidade com o pet? Eles vão desde a redução do estresse à criação de um ambiente mais leve e com maior interação com os colegas. Além disso, a presença do cão permite que o funcionário produza melhor, uma vez que ele não se angustia por deixar o animal sozinho em casa.

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Cuidados

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Embora os ganhos com o contato com os bichos sejam vários, alguns cuidados devem ser tomados, a fim de que não haja desordem, desconcentração ou barulho durante o trabalho. “Essa socialização torna-se ainda mais saudável quando os cãezinhos estão em equilíbrio físico e mental”, afirma a especialista em comportamento canino, Luisa Pires.Para auxiliar no comportamento adequado do “novo integrante” da equipe, Pires dá algumas dicas: “Muitas vezes, o cão é até adestrado, mas falta diversão, gasto de energia e convivência com outros animais fora de casa”, explica. É importante procurar gastar a energia do animal, com uma caminhada para ele chegar ao ambiente de trabalho mais equilibrado, sem energia acumulada. e para aqueles que não podem levar o peludo pro trabalho, vale a pena procurar uma creche canina de confiança para ele ter mais bem-estar do que ficar em casa esperando o tutor chegar.Segundo a especialista, é preciso um preparo anterior para que o cão chegue ao ambiente de trabalho sem euforia. “É importante também comunicar aos colegas sobre o temperamento do cachorro, do que não gosta ou tem medo, por exemplo, e do que pode ou não comer”, ensina.Cabe ainda ao dono levar brinquedos, alimentação adequada, a caminha ou a esteirinha do cão, e sempre mantê-lo na guia, sabendo os lugares por onde o cachorro pode circular na empresa. “De forma geral, os pets não podem ficar em locais como cozinhas, refeitórios ou banheiros, por questões de higiene, o que deve ser respeitado”, explica Luisa, que é também fundadora do Aufabeto, o primeiro centro de educação canina de Minas Gerais.Vale também, questionar se levar o cão para o trabalho todos os dias pode ser saudável para ele. “Um lugar com pouco espaço para correr ou que estimule muito o cão, deixando-o sem tempo para os cochilos, por exemplo, pode ser estressante ao animal. O ideal é sempre observar e respeitar a natureza do cachorro”, conclui.

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