Inicia a zero hora do dia 19 de outubro, o horário de verão, isso significa que a população das regiões sul, sudeste e centro-oeste devem adiantar seus relógios em uma hora. Apesar de essa medida ocorrer ininterruptamente desde 1985, muitos não se acostumam facilmente com ela. Para eles, essa troca de horário traz desconfortos.
"A explicação fisiológica é a de que o nosso organismo tem o ciclo circadiano, que é o período de 24h e é influenciado pela luz solar", explica o neurologista do Hospital Nossa Senhora das Graças, Dr. Cleverson de Macedo Gracia.
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Algumas pessoas podem apresentar sintomas como insônia, sonolência diurna, cansaço, fraqueza muscular, dores de cabeça, mau-humor, alteração do apetite, diminuição na capacidade de concentração e irritabilidade. "Pessoas que percebem esses sinais devem interromper brevemente o que estão fazendo (se possível)", ensina o neurologista e completa: Ingerir cafeína, fazer exercícios e apostar no convívio social ajudam a resolver o problema.
Quem mais sofre com as mudanças de horário são as crianças e os idosos, embora não se tenha um motivo certo para isso. A boa notícia é que o mal-estar passa rapidamente, em no máximo três dias.