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3.339 casos confirmados

Brasil tem 16 estados com surto ativo de sarampo

Redação Bonde com Agência Saúde
13 set 2019 às 16:55
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Segundo o boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde, o Brasil registrou 3.339 casos confirmados de sarampo em 16 estados nos últimos 90 dias. Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul passaram a integrar a lista de estados com surto ativo da doença no novo documento.

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O atual boletim aponta a notificação de 24.011 casos suspeitos, sendo que 17.713 (73,8%) estão em investigação e 2.957 (12,3%) foram descartados. Nesse último levantamento, os casos confirmados representam 89% do total de 2019. Não houve novos registros de mortes em decorrência da doença.

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A maioria dos casos confirmados está em São Paulo (3.254), com 97,5% do total. O estado é seguido do Rio de Janeiro (18), Pernambuco (13), Minas Gerais (13), Santa Catarina (12), Paraná (7), Rio Grande do Sul (7), Maranhão (3), Goiás (3), Distrito Federal (3), Mato Grosso do Sul (1), Espírito Santo (1), Piauí (1), Rio Grande do Norte (1), Bahia (1) e Sergipe (1).


As crianças são as mais suscetíveis às complicações e óbitos por sarampo. A incidência de casos em menores de um ano é nove vezes maior em relação à população em geral. A cada 100 mil habitantes, 52 crianças nessa faixa etária obtiveram confirmação para o sarampo.


A segunda faixa etária mais atingida é de um a quatro anos. Esses dados do boletim epidemiológico elevam atenção para ações mais pontuais para este público. Neste ano, foram confirmados quatro óbitos por sarampo: três óbitos ocorreram em menores de um ano de idade; e um óbito em um indivíduo de 42 anos. Nenhum dos quatro casos eram vacinados contra a doença.

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"É importante vacinar, neste primeiro momento, o público que é mais suscetível às complicações do sarampo. As crianças menores de 5 anos estão na faixa etária com maior número de internações e apresentam maior risco de desenvolver complicações, como cegueira, encefalite, diarreia grave, infecções no ouvido, pneumonias e óbitos pelo sarampo", ressalta o secretário de vigilância em saúde do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira.


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