A depressão no Brasil atinge cerca de 13 milhões de pessoas, sendo que 20% são mulheres. A baixa auto-estima pode ser um dos primeiros sintomas. A falta de confiança em si mesma, seja no lado afetivo ou no trabalho, potencializa a doença.
Débora Sabongi, professora de dança do ventre da Khan el Khalili, conta que já recebeu muitas mulheres que foram em busca da dança para escapar da doença. "Muitas só conseguem olhar no espelho e ver o reflexo de uma pessoa derrotada. A depressão faz com que elas se sintam feias, muito gordas ou muito magras, indesejadas, pois sempre o lado negativo é potencializado", explica Débora. Sintomas como irritabilidade, angústia, tristeza, perda ou aumento de peso, indecisão e falta de vontade de estar no convívio social podem ser uma forma de alerta.
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"O que trabalhamos é exatamente ao contrário. Na dança do ventre a mulher aprende a olhar para dentro de si com outros olhos, cuidar-se. Além disso, a atividade física traz a sensação de bem-estar a quem sofre de depressão. A dança aumenta o ritmo cardíaco, auxilia na circulação sanguínea pelo corpo todo, incluindo o cérebro. A respiração correta e consciente, durante os exercícios, proporciona uma agradável sensação de leveza interior" afirma Débora. A dança do ventre, em particular, propicia às mulheres um aprendizado valioso que é amar a si mesma. E esse amor que se desenvolver, transforma-se em uma experiência de "volta à vida".
Débora conta que "pode parecer pretensioso afirmar que a dança do ventre seria capaz de tirar alguém do fundo de uma depressão, mas acredite essa situação é bem real; ela pode ajudar, e muito. Dançar é uma terapia!"
As informações são da Contato Comunicação & Marketing.