Para viver mais, pelo menos no que diz respeito a roedores, comer menos parece ser mais eficiente do que se exercitar. Segundo a revista New Scientist, essa ligação tem a ver com a insulina, que regula a quantidade de glicose no sangue.
De acordo com Derek Huffman, pesquisador da Universidade do Alabama, Estados Unidos, que estudou ratos de laboratório mantidos em diversas combinações de exercícios físicos e dietas, os animais que apresentaram as menores taxas de insulina foram os que comeram menos, mesmo que não se exercitassem.
Segundo a publicação, ainda não se sabe se os efeitos encontrados em cobaias se traduzem para humanos. "Continuem se exercitando, os benefícios dos exercícios para humanos são extraordinários", disse Huffman.