30/09/20
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OMS revela o nível de eficácia dos métodos contraceptivos

Você confia 100% nos métodos contraceptivos? Cuidado! A OMS revelou que eles podem não ser tão eficazes da forma que você pensa

Quantas mulheres você conhece que engravidaram utilizando algum método contraceptivo? Quantas delas se sentiam seguras com esses métodos e descobriram, depois, que estavam totalmente desprotegidas e por isso não evitaram a gravidez?

Divulgação
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A Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgou a eficácia dos métodos anticoncepcionais, como um alerta para que todos eles sejam utilizados adequadamente ou, até mesmo, substituídos por novos cuidados para definitivamente evitar uma gravidez indesejada.

De acordo com o estudo, mesmo sendo o método mais popular e, aparentemente mais eficaz, o preservativo masculino, a camisinha, tem até 2% de chance de possibilitar uma gravidez, percentual que aumenta para 15% se não for colocada corretamente. A versão feminina da camisinha evita até 95% das chances de fecundação do óvulo, número que cai para 79% quando não utilizada de acordo com as especificações.

Você sabia?
Ainda de acordo com a OMS, os medicamentos que mais interferem na eficácia da pílula anticoncepcional são os inibidores de protease ritonavir,  inibidores da transcriptase reversa não nucleotídeo, anticonvulsivantes fenitoína, primidona, carbamazepina, topiramato, oxcarbazepina, lamotrigina e barbitúricos. Por isso, caso precise tomar algum desses tipos de remédios, é importante com seu médico a interação desses compostos com a pílula.

Em segundo lugar no quesito popularidade, a pílula anticoncepcional, quando tomada regularmente, exatamente como prescreveu o médio e de acordo com as instruções da bula, apresenta um índice de apenas 0.3% de chance de possibilitar uma gravidez indesejada.

Porém, tomar de forma desregulada ou usar outros medicamentos junto com a pílula afetam essa eficácia, subindo o índice para 8%. Um espermicida, mesmo que aplicado corretamente, de acordo com as indicações médicas e do produto, ainda oferece 18% de chances de gravidez e esse número pode chegar a até 29% se as instruções de uso não forem seguidas corretamente.

Menos utilizado, o diafragma deixa uma margem de 6 % de chance de que aconteça uma gravidez, quando utilizado na posição correta. Se colocado incorretamente, essas chances sobem para 16%.

Os modernos adesivos anticoncepcionais também apresentam riscos caso a mulher esqueça de trocá-los- o índice de 0.3% de chances engravidar sobre para 8%. A mesma variação acontece com os anéis vaginais, se não for bem colocado. As injeções anticoncepcionais apresentam um risco de até 3% caso não sejam armazenadas em um local adequado ou, não sejam aplicadas na data correta.
Redação Bonde com assessoria de imprensa
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