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Antídoto natural

Consumo de fibras ameniza perigos do chocolate

Redação Bonde
31 dez 1969 às 21:33
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Quem resiste à tentação de comer um bom chocolate? Pode ser ao leite, meio amargo, amargo, branco. Pode estar em bolos, tortas, sorvetes, enfim, o chocolate é um alimento que pode ser utilizado nas mais diversas receitas e, em todas as suas formas de apresentação, faz sucesso entre todas as faixas etárias.

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Ele já foi considerado um dos maiores vilões das dietas, mas foi comprovado que se consumido com moderação faz bem à saúde. "O chocolate é um alimento nutritivo, rico em flavonóides, antioxidantes que ajudam a proteger o coração reduzindo o risco de doenças cardíacas, além disso, estas substâncias presentes podem contribuir para a síntese de serotonina, um neurotransmissor responsável pelo bem estar e sensação de prazer", explica a nutricionista Vivianne Alves.

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Um estudo da Universidade do Estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, mostra que consumo de flavonóides é capaz de retardar em até 8% a oxidação do colesterol ruim (LDL), que é um dos fatores responsáveis pela arteriosclerose. Os flavonóides estão associados à diminuição do risco de doenças e ataques do coração. Sendo assim, ponto positivo para o chocolate!


Mas não é qualquer chocolate que promove estes benefícios. Quanto mais alto o teor de cacau (70% a 98%), maior o benefício, devido à grande concentração de antioxidantes. Portanto, o chocolate mais indicado para o consumo é o amargo. Mas que o consumidor não se iluda com todas essas maravilhas e consuma o produto em excesso, pois a grande quantidade de gorduras saturadas presentes no alimento pode aumentar os níveis de colesterol no organismo e interferir na balança.


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Uma solução para amenizar a absorção dessas gorduras pelo organismo é o consumo diário de fibras, que devem ser distribuídas ao longo da dieta (por dia, cerca de 30g devem ser consumidos).

Cereais integrais, frutas e legumes crus são ótimas fontes de fibras, que depois de consumidas transformam-se numa 'massa' que não é absorvida durante a digestão. Assim, durante seu trajeto no intestino essas fibras dificultam a absorção da glicose e da gordura presentes nos alimentos.


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