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Apesar das diferenças entre as dietas, os resultados obtidos são similares - Reprodução
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Pesquisa

Dietas: solução está mesmo no corte de calorias

Redação Bonde
31 dez 1969 às 21:33
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Quem vive lutando contra o ponteiro da balança já experimentou pelo menos uma entre as inúmeras dietas que correm de boca em boca ou estão em evidência na mídia, principalmente na internet. Antes mesmo de superar o desafio de mudar os hábitos alimentares, essas pessoas têm que encarar a dura tarefa de escolher a melhor dieta.

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Se este é seu caso, melhor ficar por dentro dos resultados do maior estudo já feito sobre os tipos de dietas alimentares. A pesquisa foi coordenada por especialistas da Faculdade de Saúde Pública da Universidade Harvard, e recém-publicada no The New England Journal of Medicine. No Brasil, os resultados foram divulgados pela Revista Veja.

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Entre outras conclusões, o estudo aponta que não vale a pena 'quebrar a cabeça' para escolher quais os alimentos que devem ser colocados no prato e de quais se deve manter distância, porque a chave para o sucesso da perda de peso é mesmo a redução de calorias.


Ao longo de dois anos, os pesquisadores acompanharam 811 homens e mulheres obesos ou com peso acima do desejável com idade entre 30 e 70 anos. Os participantes foram divididos em quatro grupos – cada um deles seguiu um tipo de dieta com diferentes porcentuais de gorduras, proteínas e
carboidratos. Todas as dietas prescreviam uma quantidade de calorias inferior ao consumo diário habitual dos participantes (os participantes cortaram 225 calorias de suas dietas habituais). Apesar das diferenças entre as dietas, ao final do estudo os participantes de todos os grupos tinham perdido em média 4 quilos. "O ponteiro da balança recompensa quem consome menos calorias, a despeito do tipo de dieta que siga", diz o endocrinologista Walmir Coutinho, vice-presidente da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade.


Os pesquisadores concluíram ainda que o sucesso de uma dieta é diretamente proporcional aos estímulos externos recebidos. Os participantes da pesquisa que frequentaram mais assiduamente as reuniões com os outros voluntários e com os médicos obtiveram melhores resultados.

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Um universo 'de peso' sustenta o debate em torno das dietas, que já dura 40 anos. Só no Brasil, o número de obesos passa de 86 milhões. De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), existem cerca de 68 milhões de pessoas com sobrepeso, 15 milhões com obesidade leve e 3 milhões com obesidade mórbida. A Organização Mundial de Saúde (OMS) identifica como obeso o indivíduo cujo Índice de Massa Corporal (IMC) encontra-se igual ou acima de 30 e obeso mórbido aquele que possui IMC igual ou acima 40.


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