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- Karina Yamada
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GINKGO - Ginkgo biloba

''FITOTERAPIA MAGISTRAL''
09 dez 2006 às 14:10
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A árvore de Ginkgo é considerada pelos botânicos como um fóssil vivo. Faz parte do milenar arsenal terapêutico chinês desde aproximadamente 2.800 anos aC. Tem capacidade de se adaptar às mais diversas condições ambientais, como a poluição moderna. Apresenta uma notável imunidade aos parasitas habituais. Sua enorme resistência pode explicar sua sobrevivência à bomba atômica de Hiroshima, no Japão, onde foi a primeira manifestação da vida após a explosão.

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Aspectos agronômicos: - Planta da família Ginkgoaceae, nativa da China, Japão e Coréia e cultivada em diversos países, principalmente China, França, e Sudoeste dos EUA. Floresce e frutifica nas regiões de altitude no Sul do Brasil, onde é mais cultivada (geralmente também em outras regiões temperadas do mundo).

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Nomes comuns: Ginkgo, Gingo biloba, Nogueira do Japão, Árvore avenca, Árvore folha de avenca.


Árvore de grande porte, perene, de clima temperado, tolerando variações climáticas importantes, principalmente baixas temperaturas e períodos de estiagem, devido as raízes profundas.


Propagação: - Por mudas adquiridas de viveiros, sementes ou por estaquias. Temperatura máxima de secagem de 45º C.

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Usos terapêuticos: - Vertigens, perturbações de memória, tonturas, diminuição da audição, insuficiência arterial (circulatória), anti-oxidante.


Princípios ativos: - Aminoácidos (6-hidroxiquinurênico = metabólito do triptofano), Flavonóides (bilobetina, ginkgetina, isoginkgetina, esciadopitisina, quercitina, campferol), terpenóides (bilobalídeos, ginkgolídeos A, B, C, J e M).


Partes utilizadas: - Folhas.


Formas de uso e dosagem: - Seu uso in natura não é preconizado, pela pequena quantidade de princípios ativos presentes nas folhas.


- Uso interno: 600 a 900/dia de pó da planta; 40 a 80 mg de extrato seco 2 a 3 vezes/dia; 0,5 ml (10 gotas) 3 vezes/dia de extrato fluido (1:1).


- Uso externo: Cremes, shampoos e sabonetes. Extrato glicólico 5 a 10%; extrato seco 0,2 a 2%


Tempo de uso: - Sem contra-indicações ao uso prolongado na literatura consultada.


Efeitos colaterais: - Hipotensão arterial, cefaléia, indisposição gastrointestinal, diarréia, náuseas e vômitos foram observados apenas em doses elevadas, não verificados nas dosagens preconizadas.


Contra-indicações: - Gravidez, lactação hipersensibilidade a Ginkgo biloba e pacientes em terapêutica anti-coagulante.


Lembramos, que as informações aqui contidas, terão apenas finalidade informativa, não devendo ser usadas para diagnosticar, tratar ou prevenir qualquer doença, e muito menos substituir os cuidados médicos adequados.

Fonte principal de consulta: ''FITOTERAPIA MAGISTRAL'' - Anfarmag -Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais - 2005; ''Herbarium compêndio de fitoterapia'' / Magrid Teske; Anny Margaly Maciel Trentini. 4. ed. Curitiba.


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