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MANJERONA Origanum majorana

''Cultivo de plantas aromáticas e medicinais'' - IAPAR
06 nov 2006 às 17:28
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Aspectos agronômicos: Planta da família Lamiaceae (Labiatae). Nativa do Norte da África e do Oriente Médio. Aclimatada e cultivada no Sul de Europa. Atualmente cresce em jardins domésticos na América Tropical e Ilhas Ocidentais (Morton, 1981).

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Nomes comuns: Manjerona, mojoran, marjolaine, maggiorana, wustkraut.

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Erva semi-perene, de clima temperado a subtropical. Tolera geadas moderadas. Não se adapta em regiões de alta umidade relativa do ar, mas exige bom suprimento hídrico no solo. Requer solos de fertilidade mediana-alta, com bom teor de matéria orgânica, sem restrição de drenagem e pH de reação neutra (pH 5 - 6,5). Adubações crescentes de nitrogênio ou potássio, não promovem aumento significativo na produção de matéria seca (Csizinsky, 1999).


Propagação: Pode ser feita por sementes ou estacas.


- Por sementes: Em setembro (primavera) semeia-se em bandejas ou tubetes com areia ou substrato apropriado para sementes (o germinadouro deve estar sombreado). Repicar para saquinhos quando a planta tiver entre 10 e 20 cm. Deve-se manter irrigação frequente até o 2º mês de transplante.

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- Por estacas: Retiram-se estacas enfolhadas com comprimento de 10 a 15 cm de plantas adultas em setembro-outubro, que devem ser plantadas em saquinhos ou copos de polietileno. Leva-se para o local definitivo de dezembro a janeiro (época chuvosa).


Espaçamento: 25-30 cm entre plantas e 30-50 cm entre linhas.


Porte da planta: Planta prostrada, podendo chegar a 50 cm de altura.


Colheita: Após 4 a 5 meses de plantio no local definitivo, podendo-se iniciar a colheita, cortando os caules no máximo a 6 cm do nível do solo. Com adubação de manutenção e irrigação periódica, pode-se efetuar até 3 cortes/ano (Csizinsky, 1999). Temperatura máxima de secagem de 40 a 45º C.


Obs.: Deve-se renovar a área de plantio a cada 2 ou 3 anos. É hospedeira de Meloidogyne incógnita (Prosdócimo & Lozano, 1998).


Usos terapêuticos: Aromático, analgésico (principalmente em cefaléias), antioxidante, digestivo, expectorante, uso culinário em geral.


Princípios ativos: Óleos essenciais (beta-pineno, p-cimeno, terpineno, linalol, terpineno 4-ol, timol (Pino et al., 1997), taninos, mucilagens.


Partes utilizadas: Folhas e sumidades florais, frescas ou secas.


Formas de uso e dosagem:


- Uso interno: Chá por infusão (20 a 40 gr/litro de água) - 3 xícaras ao dia; in natura como condimento ou em sucos, batidos no liquidificador ou processador de alimentos;


- Uso externo: Tintura alcoólica - (100 gr/litro de álcool) para aplicação tópica.


Tempo de uso: Sem contra-indicações ao uso prolongado na literatura consultada.


Efeitos colaterais: Sem referências na literatura consultada.


Contra-indicações: Gravidez.


Lembramos que as informações aqui contidas terão apenas finalidade informativa, não devendo ser usadas para diagnosticar, tratar ou prevenir qualquer doença, e muito menos substituir os cuidados médicos adequados.

Fonte principal de consulta: ''Cultivo de plantas aromáticas e medicinais'' - IAPAR - Autor: Paulo Guilherme F. Ribeiro (Eng. Agr.); Co-autor: Rui Cépil Diniz (médico com especialização em Fitomedicina e Saúde da Família. Tel.(43) 3321-0652, e-mail:[email protected]) - Livro em fase de conclusão para publicação.


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